Fast IT- Qual a importância da Fast IT os provedores de serviços

À medida que os líderes de negócios navegam em um mundo cada vez mais complexo de conexões, eles precisam que a TI ofereça uma infraestrutura programável que possa responder dinamicamente às suas necessidades. Esse blog é dividido em uma série de 4 posts que exploram como uma infraestrutura ágil e programável ajuda os líderes de TI a obterem sucesso. O post de hoje discute como os provedores de serviço se posicionam especificamente para se beneficiar com uma estratégia de Fast IT de acordo com suas necessidades.

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Para ler o primeiro post desta série de Colin Kincaid, que apresenta a Fast IT, um novo modelo de TI, clique aqui. Para ler o segundo post da série de Jim Grubb, que discute o caminho para a adoção do modelo Fast IT, clique aqui.

 Na série de posts desse blog, nós discutimos como o modelo Fast IT possibilita as empresas a obterem os benefícios das novas conexões e a se preparem para o futuro. Além das empresas, os provedores de serviços (SPs) podem incorporar a inovação em modelos de TI como um fator determinante para a agilidade e a transformação empresariais.

Para prosperarem em um ambiente em constante mudança, os SPs precisam adotar uma arquitetura que lhes permita transformar suas empresas… Basicamente para tirar o máximo proveito de seus recursos de rede e combiná-los com os recursos de uma empresa da Web para que se tornem, efetivamente, SPs rápidos.  Para isso, a arquitetura é criada com base em uma infraestrutura física e virtual, projetada para ser mais rápida e mais flexível.   Definitivamente, uma arquitetura que possa mudar rápido e responder a demandas em tempo real dará aos provedores a capacidade de adquirir, analisar e atuar na entrada de dados e conexões criados pela crescente Internet de Todas as Coisas (IoE) – e oferecer serviços aprimorados para seus clientes finais. Com o anúncio da Cisco no início desse ano sobre a Evolved Services Platform, agora, os provedores de serviços têm meios avançados para implantar novos serviços para empresas e consumidores.

Com recursos como programabilidade, automação, orquestração e virtualização, os SPs podem agregar mais valor usando a infraestrutura atual, responder de modo rápido e fácil às demandas do cliente e permitir que os consumidores finais tenham experiências melhores. Além disso, esses recursos de infraestrutura podem permitir que as empresas abordem o mercado e ofereçam soluções completas para todos os clientes, independentemente de seu porte.

Uma mudança desse tipo é viável para os provedores nos próximos anos?  Claro.  De acordo com o relatório de uma pesquisa recente da ACG, eles estão acelerando a transformação de sua arquitetura – o que significa que esses serviços novos e diferenciais estarão cada vez mais disponíveis no mercado para empresas e consumidores.   De fato, o gasto de um SP em sistemas de arquitetura de software deve atingir US$ 15,6 bilhões em 2018 (esse gasto foi de US$ 626 milhões no ano passado). Esses sistemas de arquitetura de software – como a Cisco Evolved Services Platform – são a chave para a realização da programabilidade, automação, orquestração e virtualização que permitem a análise de dados mais rápida, resposta de segurança em tempo real e programação de tarefas manuais para economizar tempo e custos.

O melhor de tudo é que essa tecnologia já está sendo implantada e os provedores podem começar a usá-la hoje mesmo para aproveitar seus benefícios. Nos últimos seis meses, SPs em todo o mundo começaram a obter os benefícios dos recursos novos e da arquitetura da Cisco — clientes como Deutsche Telekom, China Mobile, SunGard, Telecom Italia, Telstra XO Communications, TDS, Tencent, Hawaii Dialogix Telecom e muito mais.

As maneiras como a Evolved Services Platform da Cisco e a Evolved Programmable Network beneficiarão esses e outros SPs incluem:

 1. Gerar novos fluxos de receita. Com a automação, o provisionamento e a interoperabilidade de recursos físicos e virtuais, os SPs podem das as boas-vindas à inovação e criar novos fluxos de receita com a orquestração de serviços novos ou aprimorados.

 2. Reduzir as despesas operacionais para aumentar a eficiência. A implantação da infraestrutura com o recurso de programabilidade pode reduzir o tempo de provisionamento para não só diminuir os custos, mas também acelerar o tempo para o serviço. A execução de software e funções de rede em hardware de padrões abertos também oferece aos provedores a flexibilidade que eles desejam para desenvolveremseu próprio portfólio de serviços exclusivo.

 3. Maior agilidade. A combinação de novos fluxos de receita e redução de despesas permite que os SPs se adaptem facilmente às demandas em constante mudança do consumidor e ofereçam benefícios rápidos para o consumidor final. Com o crescimento da mobilidade e da nuvem, isso é cada vez mais relevante para muitos provedores.

Confiar em uma arquitetura criada para oferecer programabilidade, automação, orquestração e virtualização será a chave para a preparação do futuro dos SPs. Existem estratégias e o hype está em toda parte, mas a execução de uma infraestrutura que dê às operadoras a velocidade necessária para fornecer serviços ao cliente definirá, o sucesso na transformação da Fast IT em SP rápido.

Fonte: Cisco

Autor: Doug Webster

 

Fases de Esgotamento do IPv4 (fase 2)

Quando for atingido o último bloco /10

Nesta fase é ativado o ponto 11.2 do manual de políticas, onde será reservado um bloco de prefixo /11 para uma terminação gradativa.

Nesta etapa, somente poderão ser designados blocos desde um prefixo /24 até um /22, podendo receber um bloco adicional a cada 6 meses. Essa mecânica será levada a cabo da mesma forma todos os dias até atingir o momento em que acabe o /11 reservado para terminação gradativa.

Gestão de Pedidos:

Os pedidos serão processados por ordem de chegada através de um sistema de bilhetes. Tanto o NIR do México (NIC.MX) quanto o do Brasil (NIC.br), administram seus bilhetes independentemente de LACNIC. O pedido que estiver incompleto e requeira informações adicionais do solicitante passa ao final da fila de bilhetes e será respondido quando voltar a chegar a esse bilhete, uma vez que o cliente tenha fornecido as informações necessárias.

Uma vez cumpridos todos os requisitos para sua aprovação, o hostmaster irá carregar os dados do pedido em um formulário web com as seguintes informações:

Essas informações serão enviadas a um sistema de pré-aprovações que vai ordená-las automaticamente da mais velha à mais nova, levando em conta a data de criação do bilhete do cliente.

Com base nessa lista ordenada, o sistema de pré-aprovações vai revisar todos os dias às 07:00 horas UTC que exista suficiente espaço disponível da reserva de terminação gradativa para poder designar as pré-aprovações selecionadas.

Caso haja suficiente espaço para fazer todas as designações, no dia seguinte, os hostmasters receberão um e-mail enviado desde esse sistema, imediatamente depois de processado o algoritmo, indicando que podem proceder a designar o espaço pré-aprovado.

No caso de se tratar de um pedido adicional procede-se a designar no dia útil seguinte à pré-aprovação.

No caso de se tratar de um pedido inicial ou de um pedido adicional que gere uma fatura por mudança de categoria, o bloco pré-aprovado vai se manter reservado por 14 dias na espera do pagamento e acordo de serviços, se este for requerido, e a designação será feita depois de receber o pagamento e acordo de serviços. Se depois de 14 dias ainda não foi recebido o pagamento, o bloco perderá sua qualidade de reservado e o cliente deverá enviar um novo pedido. O bloco vai ficar liberado e disponível no pool central, desde onde os hostmasters poderão pré-aprová-lo para uma nova designação.

Este mecanismo será o mesmo durante todos os dias até o momento em que acabe o /11 reservado para terminação gradativa. Nesse momento o sistema de pré-reservas enviará um e-mail para os hostmasters indicando que não há o suficiente espaço para designar todas as pré-reservas e mandará a lista dos pedidos pré-aprovados na ordem em que foram enviados pelo cliente, em horário UTC. Com essa lista o comitê de designações indicado por LACNIC/NIR, formado por um representante de cada organização, vai fazer uma revisão manual da ordem de chegada e espaço solicitado, corroborando informações e informando a todos os hostmasters quais organizações conseguiram receber IPv4 da reserva de terminação gradativa. Os hostmasters deverão realizar as designações conforme o caso no dia útil seguinte.

Os membros cujos pedidos iniciais não tenham podido ser designados da reserva de terminação gradativa, receberão uma designação de até um /22 da reserva de novos membros, ativando assim a Fase 3, informando que esse espaço já corresponde à reserva da política 11.1 pelo que esse será o primeiro e último pedido de recursos IPv4 que LACNIC/NIR poderá designar. Todos aqueles pedidos adicionais abertos no sistema de bilhetes deverão receber a informação de que a reserva de terminação gradativa tem se acabado pelo que LACNIC/NIR não poderão realizar qualquer designação adicional de IPv4.

A fim de aumentar a transparência na gestão dos pedidos, vai ser criado um iFrame no site de LACNIC onde os clientes poderão ver a lista ordenada do número de bilhetes e identificar em que lugar da fila de pré-aprovação está seu pedido. Os pedidos pré-aprovados serão ordenados na ordem em que foi recebido o pedido inicial do cliente.

Critérios de Avaliação:

Designações:

As designações serão realizadas diretamente pelo hostmaster no dia útil seguinte de ser realizada sua pré-aprovação.

Autor: Lacnic
Texto original: http://www.lacnic.net/pt/web/lacnic/agotamiento-ipv4

Ponto de Troca de Tráfego – PTT

O serviço de peering, como é conhecida a troca de tráfego entre redes IP, gera maior velocidade e eficiência na comunicação com a Internet global.

A livre troca de tráfego entre redes IP é uma recomendação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O documento ”Recomendações para o Desenvolvimento e Operação da Internet no Brasil” alerta para a necessidade de interconectar os backbones brasileiros a fim de “racionalizar o uso dos recursos da rede, otimizando a troca de tráfego entre eles.” Segundo o CGI.br, “a ausência deste serviço pode degradar o tempo de resposta associado às transações realizadas através da rede ou mesmo inviabilizá-las, sempre que o usuário e o provedor da informação estiverem conectados a distintos backbones.”

Há várias entidades que adotam uma política de apoio e participação em todas as iniciativas de livre troca de tráfego IP, no Brasil e no mundo. Em meados de 2004 o CGI.br iniciou o primeiro ponto de troca de trafego Brasileiro na cidade de São Paulo, que tinha como meta inicial construir cinco PTTs em importantes capitais brasileiras. O projeto foi batizado de PTTMetro.

PTTMetro  promove a criação da infra-estrutura necessária (Ponto de Troca de Tráfego – PTT) para a interconexão direta entre as redes (”Autonomous Systems” – ASs) que compõem a Internet Brasileira. A atuação do PTTMetro volta-se às regiões metropolitanas no País que apresentam grande interesse de troca de tráfego Internet. Uma das principais vantagens deste modelo, é a racionalização dos custos, uma vez que os balanços de tráfego são resolvidos direta e localmente e não através de redes de terceiros, muitas vezes fisicamente distantes. Outra grande vantagem é o maior controle que uma rede pode ter com relação a entrega de seu tráfego o mais próximo possível do seu destino, o que em geral resulta em melhor desempenho e qualidade para seus clientes e operação mais eficiente da Internet como um todo. O PTTMetro é, assim, uma interligação em área metropolitana de pontos de interconexão de redes (PIXes), comerciais e acadêmicos, sob uma gerência centralizada.

Abaixo temos um gráfico que representa o tráfego agregado de todos os PTTs que estão em operação atualmente no Brasil.

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São características fundamentais para a implementação adequada de um PTT:

A coordenação do PTTMetro, à cargo do CGI.br, e sua operação por organizações tecnicamente habilitadas (mas sem fins lucrativos) que estabelecerão os requisitos de arquitetura e gerência das interconexões, garantem os dois primeiros tópicos. A hospedagem dos PIXes em instalações comerciais com elevado padrão de segurança e infraestrutura, agregando-se matrizes de tráfego já existentes, é condição para obtenção dos demais quesitos acima.

No link abaixo, podemos encontrar os Ponto de troca de trafego mais próximo e solicitar a conexão.

http://www.internetexchangemap.com/

O vídeo abaixo apresenta o conceito de “troca de tráfego” e dos “pontos de troca de tráfego”, essenciais para o funcionamento da Internet. O vídeo foi ganhador de um concurso promovido pela associação de PTTs EuroIX, e mostra que a Internet funciona por conta da cooperação entre seus participantes. Vale assistir!

Espero que tenham gostado! E até o próximo post!


Para saber mais:http://www.ptt.br
http://www.equinix.com/pdf/whitepapers/PeeringWP.2.pdf
http://www.nanog.org/mtg-0405/pdf/norton.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Peering
ftp://ftp.registro.br/pub/gter/gter20/06-migrando-as-intro.pdf
ftp://ftp.registro.br/pub/gter/gter18/08-pttmetro.pdf

Fonte: http://blog.ccna.com.br/

Como funciona a Internet? Parte 1: O protocolo IP

Assista o vídeo:

Entender como a Internet funciona, ao menos o básico, é importante para podermos cuidar dela e utilizá-la melhor. Esta é a primeira parte do vídeo “Como funciona a Internet”, feito pelo NIC.br. Apresentaremos aqui o protocolo IP, que é a principal base tecnológica da rede.

Google já vê 3% dos usuários em IPv6

A percentagem de usuários que o Google vê usando IPv6 é de 3%. Pode parecer pouco, mas em setembro de 2013 era de apenas 2%. Isso mostra que o uso do protocolo tem se acelerado. O gráfico original pode ser encontrado em:

http://www.google.com/intl/en/ipv6/statistics.html

De onde vem esse crescimento? O Google já está preparado para o IPv6 há algum tempo. O que ele consegue medir é a quantidade de acessos que seus usuários fazem usando IPv6. Mais usuários com IPv6 significa que mais provedores de acesso estão habilitando essa tecnologia.

No Brasil, os maiores provedores ainda não estão usando o novo protocolo, embora alguns estejam fazendo testes localizados. Temos “movimento”, contudo, na área acadêmica e em provedores médios e pequenos. Por exemplo, nas medições em: http://www.worldipv6launch.org/measurements/ vemos a Fundacao Parque Tecnologico Itaipu com quase 80% de sua rede pronta para o IPv6, o POP-BA da RNP com 51,3% e o provedor Maxiweb com 48,76%.

Leslie Daigle, da Internet Society, previu em artigo recente que a adoção de IPv6 chegará a dois dígitos (pelo menos 10%) ainda em 2014. Vendo essa tendência de crescimento, e toda movimentação dos provedores, ela provavelmente tem razão!

Autor: Antonio Moreiras – IPv6.br
Texto original: http://ipv6.br/google-ja-ve-3-dos-usuarios-em-ipv6/

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