Certificação Mikrotik, quais são?

 

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Tão importante quando quanto a instalação de uma rede, são os testes de certificação que demonstram se a rede está ou não disponível para o uso. Essa certificação do cabeamento deve ser realizada antes da rede ser ativada, pois, após a aticação da rede, torna-se muito difícil localizar a causa de um eventual defeito que possa surgir. Além disso, existe o inconveniente de desativar toda a rede ou parte dela.

Primeiro, vamos aos tipos de certificação:

Outline of Mikrotik Training Programs

Mikrotik Certified Network Associate (MTCNA)

Mikrotik Certified Routing Engineer (MTCRE)

Mikrotik Certified Wireless Engineer (MTCWE)

Mikrotik Certified Traffic Control Engineer (MTCTCE)

Mikrotik Certified User Management Engineer (MTCUME)

Mikrotik Certified Inter-networking Engineer (MTCINE)

Multicast

BGP

MPLS

Aqui você pode ter informação de todos os locais que aplicam os exames e fazem treinamento (certificado) no mundo: http://www.mikrotik.com/training/

Teste: Exemplo do teste para Certificação MTCNA do Mikrotik.

Como lidar com a nossa hiperconectividade?

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Quase todas as ruas em quase todas as grandes cidades do mundo estão lotadas de pessoas usando seus celulares, alheias à presença dos outros. É um comportamento que não existia poucas décadas atrás.

Acabamos nos acostumando ao fato de que compartilhar o mesmo espaço físico não significa mais compartilhar da mesma experiência. Onde quer que estejamos, levamos conosco opções muito mais interessantes do que o lugar e o momento que vivemos: amigos, familiares, notícias, imagens, modismos, trabalho e lazer cabem na palma da mão.

Mas como questiona o fotógrafo Josh Pulman, autor do ensaio Somewhere Else (em algum outro lugar, em tradução livre), cujas fotos são exibidas com esta reportagem: “Se duas pessoas estão andando juntas, cada uma prestando atenção a seu telefone, elas estão realmente juntas?”

Faz parte do ser humano ter uma profunda vontade de se conectar. Mas será que esse dom pode nos prejudicar em algum momento? É possível ficar “conectado em excesso”? E o que isso significa para nosso futuro?

 

A vida por um fio

Desde sua invenção, o telefone tem sido um motor de agitação social e um foco de ansiedade tecnológica. Imagine a cena através dos olhos do século 19, quando as primeiras estruturas de telefonia começaram a ser instaladas: quilômetros e quilômetros de fios pendurados nas laterais das ruas, perfurando todas as casas. As paredes estavam sendo violadas: o santo lar, ligado a uma nova espécie de interação humana.

“Em breve não seremos mais do que gelatinas transparentes”, lamentou um jornalista britânico em 1897, temendo a perda da privacidade.

Mas, enquanto os primeiros medos em relação ao telefone podem ter sido exagerados, eles também foram um tanto proféticos. Se no fim do século 19 e durante o século 20 nossa vontade foi de plugar todos os locais de trabalho e lazer em redes, o século 21 emerge com o desejo de uma interconexão de nossas mentes nessa trama.

E estamos começando a sentir os efeitos disso.

Assim como seu antepassado no século 19, o telefone celular nasceu como um símbolo de status para as pessoas afluentes e ocupadas. Com o tempo, o luxo se tornou universal. Passamos a entremear a disponibilidade constante no nosso conceito de espaço público e privado, na nossa linguagem corporal e na etiqueta cotidiana.

Ficar incontactável se tornou a exceção, algo fora deste mundo – mas também uma fonte inesgotável de ansiedades.

E, como a história se repete, a todo momento recebemos alertas sobre possíveis efeitos prejudiciais da comunicação móvel.

Um desses avisos veio com a notícia de que um homem de 31 anos foi recentemente internado para se tratar de um “distúrbio de vício em internet”, por causa de seu uso excessivo do smartphone.

 

Relação normal ou patológica?

Casos como esse levantam outras questões: com que frequência suas mãos se mexem involuntariamente com a intenção de pegar seu celular ou de alcançar o lugar onde você normalmente o deixa? Como você reage ao som de cada nova mensagem – ou à ausência dele?

Não são perguntas com respostas definitivas.

Traçar o limite entre hábito e patologia significa decidir o que queremos dizer com os termos “normal”, “saudável” e “aceitável”.

E se a tecnologia excede em algo, é justamente em mudar velhas normas rapidamente.

Passei anos tentando avaliar nosso relacionamento com a tecnologia e ainda me vejo sendo puxado em duas direções diferentes.

Por um lado, como disse o filósofo Julian Baggini, “o homem pode estar mudando, mas em muitos aspectos ele continua o mesmo”. Podemos ler romances da Grécia Antiga e compreender quando o autor fala de raiva, paixão, patriotismo e confiança, por exemplo.

Por outro lado, as tecnologias digitais significam que as relações com os outros e com o mundo foram estendidas e ampliadas para um nível nunca antes experimentados.

Como argumentam filósofos como Andy Clark e David J. Chalmers, a mente é uma colaboração entre o cérebro na cabeça e equipamentos como o telefone nas mãos. O “eu” é um sistema complexo que envolve as duas coisas.

É esse impacto exponencial de tecnologia da informação que representa o maior problema para tudo o que julgávamos ser normal, equilibrado, autoconhecido e auto-regulado.

Vivemos em uma era em que nossas patologias são aquelas do excesso.

 

Dando um tempo

Será que precisamos de uma desintoxicação? Bem, isso não necessariamente funciona, nem para a saúde física nem para a saúde mental.

O melhor é encarar os fatos e começar a aproveitar a intimidade de um relacionamento que só tende a ficar cada vez mais próximo: aquele entre os cérebros de cada indivíduo e as redes de automação que estão sendo tecidas entre eles.

Afinal, estamos despejando nossas horas e minutos não apenas em uma tela, mas sim na mais complexa e abrangente rede de mentes humanas que já existiu, cada uma mais capaz do que o computador mais rápido.

Se fico fascinado, impressionado, superenvolvido, distraído e deliciado com tanta frequência, é por que há outras pessoas lá fora peneirando e refratando esse mundo de informações de volta para mim.

Só conseguirei mudar isso se puder encontrar outras pessoas com quem posso formar novos hábitos e novos modelos de funcionar.

*Tom Chatfield é um escritor britânico. Seu mais recente livro, Netymology, explora a linguagem e a tecnologia.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese

Mikrotik, quem é esta empresa?

Queridos leitores, é com enorme satisfação que aceitei o convite para estar colaborando com artigos, matérias e discussões neste nosso querido blog CCNA (Cloud Campus Networking Academy), abrindo espaço para novos fabricantes e discutindo abertamente novidades do universo das redes, perguntas, dicas e matérias de professores CloudCampus, profissionais do segmento, alunos, ex-alunos e amigos que fizemos ao longo de todos estes anos.

Como matéria inaugural vamos desmistificar um fabricante quem vem ganhando espaço no mercado Brasileiro a passos largos, Mikrotik, a empresa que saiu da congelante Letônia para invadir o mundo dos Provedores de Internet.

MikroTik é uma empresa da Letônia, fabricante de equipamentos para redes de computadores. Vende produtos wireless e roteadores. Foi fundada em 1995, com intenção de venda no mercado emergente de tecnologias wireless.

Seus equipamentos são muito utilizados por provedores de banda larga e empresas dos mais variados segmentos (hotéis, pousadas, universidades, empresas, etc) em todo o mundo, em função de sua conhecida versatilidade.

O principal produto da empresa é o sistema operacional baseado em Linux chamado MikroTik RouterOSEVERYBODY ou apenas RouterOS, que pode ser instalado em suas RouterBoard que é o nome dado a uma série de produtos MikroTik que combina o RouterOS com uma linha de hardware próprio, inicialmente projetados para provedores de pequeno, médios porte e hoje já oferece equipamentos para provedores de grande porte.

Existe também a opção de transformar plataformas x86 em um poderoso roteador, com funções como Servidor PPPoe, DHCP, VPN, Hotspots, Controle de Banda, QoS, Firewall, dentre outras opções que contam com inúmeras ferramentas de análise e monitoramento que variam de acordo com o nível de licença do sistema adquirido.

Com o RouterOS pode-se criar uma rede muito segura, com um firewall eficiente e concatenação de links. Além disso, o sistema conta com o suporte de protocolos de roteamento, entre eles BGP, RIP, OSPF, MPLS, etc.

Para a administração deste ambiente, os seguintes métodos estão disponíveis:

A Mikrotik produz diversos hardwares diferentes, segue outras funções/modos de operação que dependem do modelo do hardware:

Além das Routerboards feita pela própria Mikrotik, existem outros fabricantes de hardware que deixam o RouterOS ainda mais poderoso. Podemos citar as PowerRouter e FireRouter.

A Mikrotik ainda dispões de treinamentos no Brasil em Português para carreira Mikrotik e o site Tiktube com os vídeos das palestras ministradas no evento Mikrotik User Meeting ou apenas MUM, que contempla o Brasil anualmente com treinamento, palestras e lançamentos da Mikrotik.

No site da CloudCampus temos o treinamento de entrada na carreira Mikrotik – MTCNA, onde você pode dar o ponta pé inicial em sua nova carreira.

Bons estudos e até o próximo artigo.

Autor: Lacier Dias
Texto original: http://blog.ccna.com.br/