IBM cria conjunto de processadores com a capacidade do cérebro de um roedor

A IBM anunciou, nesta semana, a criação de um conjunto de processadores chamado TrueNorth, que tem capacidade computacional comparável à de um cérebro de roedor. A empresa pretende usar essa tecnologia para, no futuro, criar smartphones com CPUs que utilizam inteligência artificial. O objetivo da IBM é que seja possível identificar palavras e imagens de forma mais parecida com um cérebro biológico.

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O TrueNorth consiste em 48 processadores que contam com 48 milhões de células nervosas artificiais. Esse é o mesmo número de neurônios de um roedor de pequeno porte. O que a IBM quer fazer com essa tecnologia é trazer o processamento de serviços como a Siri, a assistente pessoal da Apple, para dentro dos celulares. Atualmente, a Siri precisa mandar as informações via internet para que elas sejam processadas nos servidores da Apple.

O que o TrueNorth faz é, de certa forma, miniaturizar toda essa infraestrutura para que ela caiba no seu bolso e você não precise usar o seu pacote de dados quando quiser pedir à sua assistente pessoal para marcar um compromisso na agenda. Vale ressaltar que a Apple é apenas um exemplo e não há relação entre a empresa e a IBM nesse projeto.

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Os algoritmos de deep learning são executados pelo conjunto de processadores porque eles funcionam de maneira similar à de um cérebro deoroedor. O TrueNorth ainda entende somente instruções em código binário, ou seja, ele não funciona exatamente como um cérebro biológico.

Os processadores são pouco maiores do que uma moeda de 25 centavos e contam com 5,4 bilhões de transistores. O consumo de energia é baixo, visto que a ideia é usar o TrueNorth em celulares. Cada processador consome 0,07 watt de energia.

Fonte: Wired / info.abril.com.br

Dúvidas em relação à carreira de Segurança da Informação

O objetivo deste artigo é esclarecer um pouco mais as principais dúvidas que tenho recebido sobre como iniciar na carreira de Segurança da Informação (SI), e algumas informações complementares do artigo “ Iniciando a Carreira em Segurança da Informação” e das apresentações que venho realizando sobre o tema.

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A seguir algumas dicas para auxiliar os profissionais que busquem atuar com SI:
– Livros: Existem diversos livros na área de SI. Deixo como recomendação dois livros conceituais para um entendimento mais amplo da SI. “A Arte de Enganar” de Kevin D. Mitinick que retrata seus métodos de ataques nas maiores organizações dos USA. É um livro macro que abrange a importância de investir na conscientização dos funcionários, e demonstra que o elo mais fraco sempre será o ser humano. O segundo livro é da Dra. Patrícia Peck “Direito Digital 5 edição” o qual explora muito bem os conceitos envolvidos na SI e no direito digital.

– Qual área atuar dentro da SI: O profissional precisa analisar em quais das áreas (técnica, processos, conscientização, física) ele mais se identifica, visto que são estudos e atuações diferentes. Como dica, se o profissional for mais focado em “bits e bytes”, (gostar de trabalhar com Linux, desenvolvimento, firewall, análises), seria interessante buscar conhecimento na área técnica de SI. Para candidatos com vocação em processos, estruturação de documentos, estudo de boas práticas, desenvoltura e boa comunicação é sugerido partir para a área de processos e conscientização.

– Cursos: Conforme informado no tópico anterior, se o candidato já sabe em qual área dentro da SI pretende evoluir, o mesmo pode buscar cursos direcionados. Exemplo: Se for atuar com configuração de firewall de perímetro, o mesmo deverá buscar curso com os fabricantes de firewall. Caso se identifique com a área de processos, a base seria estudar as boas práticas de mercado, como referência a ISO/IEC 27002 que apresenta as boas práticas envolvidas em SI.
Faculdade: Sim, é necessário o profissional que queira atuar com SI possuir um diploma de nível superior. Porém, os cursos atuais de Sistemas de Informação, Engenharia ou Ciências da Computação não exploram os conteúdos envolvidos em SI de forma objetiva. O próximo passo depois da faculdade seria realizar uma especialização (pós-graduação ou MBA) que aborde os assuntos de Segurança.
Certificações: As certificações irão atestar o conhecimento do candidato em determinado assunto. Busque certificações em firewall, antivírus corporativo, soluções de backup, se pretende atuar no foco técnico. Para a área de processos de SI, busque as certificações ISO/IEC 27002, CISA, CISM, CISSP (está também é válida para a carreira técnica), entre outras.

– Primeiro emprego na área: Normalmente os profissionais que atuam com SI já trabalharam em outras áreas de TI, seja no suporte, desenvolvimento ou infraestrutura. Portanto se o candidato não conhecer a área de TI, é recomendável iniciar sua carreira em alguma das áreas citadas cima, e ir buscando conhecimento e estudos paralelos em SI. Desta forma, quando a oportunidade surgir, seja dentro da organização ou em um novo emprego, com certeza a bagagem profissional somado com o conhecimento técnico adquirido irão favorecer o primeiro emprego em SI.

– Trabalhar por conta: É recomendável este direcionamento para os profissionais que já possuem uma boa bagagem e experiência na área, visto que, quando for ofertar os serviços em novas empresas é bem provável que solicitem referências, trabalhos similares, CV, entre outros.

– Salário: A faixa salarial de um profissional de SI pode variar de estado para estado, área de atuação dentro da SI, experiência, empresa que trabalha, tempo de casa, entre outros fatores. A revista Info divulgou uma média salarial (2012) para diversas áreas dentro da TI. Para analista de SI estava entre R$ 4900,00 à R$ 7900,00. Na Catho a faixa salarial está entre R$ 3000,00 à R$ 9000,00. É importante destacar que um analista júnior provavelmente irá iniciar com um valor abaixo destes mencionados, da mesma forma que um consultor sênior experiente ou um ChiefSecurity Officer (CSO) pode atingir ganhos maiores. Para concursos públicos voltados nesta área o salário pode ultrapassar os R$ 16000,00.

Link da pesquisas:
Info: http://info.abril.com.br/carreira/salarios/
Link: http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/57947/guia-de-salarios-profissionais-de-seguranca-da-informacao-podem-ganhar-ate-r-10-mil
Link: http://computerworld.com.br/dez-empregos-de-seguranca-da-informacao-mais-bem-remunerados-em-2015

Espero ter ajudado, e qualquer dúvida podem entrar em contato!

[Crédito da Imagem: Segurança da Informação – ShutterStock]

Fonte: http://www.tiespecialistas.com.br/2015/08/duvidas-em-relacao-carreira-de-seguranca-da-informacao/#sthash.cOZhOolY.dpuf

Entenda as consequências de copiar uma publicação e exibir em outro site sem o devido crédito

Ao acessar a internet para fazer compras, entrar em redes sociais ou ouvir músicas, o consumidor quase sempre precisa preencher um cadastro. Saiba os cuidados que você deve tomar ao fornecer seus dados pessoais para não ser alvo de fraudes virtuais.

Confira áudio no player abaixo e saiba como proteger seus dados.

00:00                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   2:59
Creative Commons – CC BY 3.0 Saiba como evitar fraudes ao fornecer dados na internet

 

Fonte: http://www.ebc.com.br/tecnologia

Troubleshooting para iniciantes

shutterstock_209299387-300x188Recentemente minha esposa reclamou que a câmera de seu IPHONE não estava funcionando. Foi aí, que a perguntei o que havia feito para troubleshooting. Ela tomou um susto e só faltou perguntar quem era essa tal de Troubleshooting. Expliquei que era para ela tentar passos básicos para resolução de problemas, como reiniciar o aparelho.

Fiquei surpreso, porque ela nunca havia reiniciado o Iphone, e também ficou surpresa, pois, após reiniciá-lo, a câmera voltou a funcionar e o aparelho ficou até mais rápido.

Agora, troubleshooting é um termo usado em casa em diversas situações e meus amigos de TI ficam admirados quando ouvem minha esposa usar essa palavra.

Podemos traduzir a palavra como “solução de problemas”. Mas geralmente mantemos o termo em inglês, assim como diversos outros termos em TI.

É muito raro encontrarmos um consultor no mercado especializado nessa área, muitas vezes, quando enfrentamos um problema grave em nossa rede de computadores ou sistemas recorremos para analistas sêniors ou especialistas.

Mesmo assim, nem sempre dispomos dessas pessoas em nossas estruturas e quando as temos, com certeza elas te perguntarão o que já fez para tentar solucionar o problema.

Segue abaixo uma pequena lista de tarefas que pode te ajudar na resolução da maioria dos problemas de infraestrutura em sistemas windows. Quando não ajudarem, pelo menos, te darão informações suficientes para escalar o problema para outro analista.

Verificar se o aplicativo esta travado em gerenciador de tarefas (atalho CTRN + Shift + ESC). (primeira aba). Caso esteja, force o encerramento dele. Caso não consiga fechar o programa pela aba de aplicativos, clique com o botão direito no aplicativo que esta rodando, vá até a última opção “ir para processo”, em processos clique para finalizar o processo.
Verificar os serviços do Windows usando comando services.msc
Sugiro classificar os serviços por “modo de inicialização” e verificar se todos os serviços que estão configurados para iniciar automaticamente estão rodando. Caso não estejam verifique o motivo.
Geralmente é problema de dependência de outro serviço, usuário inválido ou arquivo de configuração corrompido.
Verificar uso de CPU, RAM, REDE e IOPS em gerenciado de tarefas. Muitas pessoas estão acostumadas a verificar somente os 3 primeiros (quarta e quinta aba), porém IOps (Input e Output) de disco pode ser o gargalo para problemas em sua máquina. Esse monitormanto esta disponível na opção monitoramento de atividades na aba de desempenho.
Agora não faça mais nada. Se sua maquina tiver dados críticos sugiro fazer backup completo, antes de qualquer outra intervenção.
Reinicar a máquina. Agora sim. Muitas pessoas fazer isso antes de qualquer coisa, mas não vale a pena, pois você pode perder a oportunidade de checar a causa raiz do problema.
Comando msconfig na barra de run. Desde Windows XP esse comando ajuda muito para saber programas\serviços que o sistema starta logo na inicialização (quarta aba). É sempre útil verificar se existe algum programa suspeito ou mesmo inútil iniciando o Windows. Eu já ganhei dinheiro melhorando desempenho da máquina somente fazendo uma limpeza nessa lista.
Métodos de Comparação = Comparar configuração da maquina parada com uma em produção
Antivírus muitas vezes ao invés de ajudar atrapalha. Mantenha sempre atualizado, customizado segundo sua necessidade e nunca tenha mais de um rodando na máquina. Remover e fazer testes pode ajudar a encontrar o problema da maquina. Nunca fique sem um antivírus.
Firewall do Windows. Se estiver usando um bom Anti Virus, não vai precisar do firewall do Windows.
Políticas do Windows – Todo Windows tem políticas de segurança definidas por padrão. Verifique elas usando comando RSOP ou visualizando suas políticas locais. Se sua máquina estiver em um domínio, teste tirar ela para verificar se o problema persiste.
Elimine problemas de infraestrutura. Teste sua máquina fora da sua rede atual usando modem 3 ou 4g.
Resetar Internet do internet explore, em painel de controle, opções de internet, aba avançado, reset também pode resolver problemas de navegação.
Se o problema persistir, teste usando outro browser de internet, como Google Chrome ou FireFox.
Tente com outro cabo de rede de uma maquina que esteja funcionando ou mesmo acesso wireless.
Verificar espaço disponível em disco. Unidades C, D…etc
Nunca instale mais de um antivírus na maquina.
Ainda estamos longe de fazer todos os testes. Seu problema pode ser de um componente de hardware com problema e precisaria de um pequeno laboratório para fazer esses teste. Porém se se atentar as pequenas dicas acima já vai deixar de ser um iniciante.

[Crédito da Imagem: Troubleshooting para iniciantes – ShutterStock]
Fonte: http://www.tiespecialistas.com.br

Configuração Básica do SAMBA em Servidores Linux

Olá Pessoal.
O SAMBA é uma suíte de ferramentas instaladas em um servidor Linux que permite a integração de ambientes heterogêneos através da comunicação entre sistemas Linux e Windows, viabilizando serviços de diretórios no Linux (controlador de domínio), o controle de acesso dos usuários, compartilhamento de arquivos e de impressoras, etc. A integração é possível porque em ambos os sistemas a comunicação é baseada no protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System).

 

 

# Configuração do Servidor SAMBA

Assim como nos artigos anteriores, estou considerando que o servidor está instalado com a distribuição Debian GNU/Linux (ou seus derivados, como o Ubuntu). A primeira etapa consiste na instalação do pacote denominado samba para que o Linux possa ser posteriormente configurado como servidor de arquivos para clientes Windows e Linux. Essa tarefa é simples e rápida através do APT:

root@smb-server:/# apt-get install samba

Para exemplificar o processo de compartilhamento de diretórios no servidor com os demais clientes da rede, vamos criar os diretórios “/smb/publico” (acesso total público) e também “/smb/privado” (acesso restrito ao usuário shbbrito):

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/publico
root@smb-server:/# chmod 777 /smb/publico

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/privado
root@smb-server:/# chown shbbrito.shbbrito /smb/privado
root@smb-server:/# chmod 770 /smb/privado

O arquivo de configuração do SAMBA fica lozalicado em “/etc/samba/smb.conf”, sendo bem documentado e organizado em diferentes seções para facilitar sua configuração. O simples compartilhamento de diretórios (objeto deste artigo) é realizado através da inserção de novos diretórios entre colchetes na seção denominada “Share Definitions”, como pode ser observado no exemplo abaixo.

###— em /etc/samba/smb.conf

(…) Conteúdo Omitido

workgroup = SAMBA
interfaces 192.168.221.11/24 ethX
bind interfaces only = yes
server role = standalone server

######### Share Definitions

[smb-publico]
   comment = “Diretorio Publico”
   path = /smb/publico
   public = yes
   only guest = yes
   writable = yes
   printable = no

[smb-privado]
   comment = “Diretorio Privado (shbbrito)”
   path = /smb/privado
   public = no
   only guest = no
   valid users = shbbrito
   valid users = @shbbrito
   writable = yes
   printable= no

Obs.: Caso não haja integração do SAMBA com nenhum serviço de diretórios para fins de autenticação dos usuários, como é o caso deste exemplo em que o servidor é standalone, é necessário: (1) criar o arquivo de usuários reconhecidos pelo serviço, (2) limitar seu acesso para somente leitura e (3) adicionar os usuários que também devem existir previamente no servidor Linux.

root@smb-server:/# touch /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# chmod 644 /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# sbmpasswd -a nome_do_usuario
Password: *****
Re-Type Password: *****

Depois de realizadas as configurações, basta (re)iniciar o serviço SAMBA:

root@smb-server:/# service smb restart

# Configuração do Cliente Windows

Na realidade não há nenhum segredo a ser detalhado nessa seção. O acesso aos compartilhamentos do servidor SAMBA através de estações clientes que estejam executando alguma versão do Windows pode ser feito através da execução (atalho Windows+R) do endereço ou nome do servidor (\\192.168.221.11). Também é possível fazer o acesso direto a um diretório específico (\\192.168.221.11\smb-publico\) e mapear unidades de rede para facilitar o acesso do usuário.

# Configuração do Cliente Linux

De forma muito similar aos clientes Windows, em clientes Linux que tenham um ambiente gráfico é possível localizar os compartilhamentos através da simples navegação na rede ou mesmo através da navegação manual ao servidor, por ex.: smb://192.168.221.11. Na ocasião do acesso através de clientes que não tenham uma interface gráfica, o acesso pode ser realizado através da ferramenta smbclient.

01. apt-get install smbclient
02. smbclient -L 192.168.221.11
03. smbclient //192.168.221.11/smb-publico -U nome_usuario

Na linha 01 estamos instalando o cliente SAMBA (smbclient), caso não haja nenhum instalado na máquina. O comando da linha 02 (parâmetro -L) pode ser utilizado para visualizar os compartilhamentos disponibilizados pelo servidor que responde por um determinado nome ou IP. O acesso ao diretório propriamente dito é realizado na linha 03, sendo que na sequência o usuário será direcionado para um prompt SMB similar ao prompt do FTP. No prompt SMB o comando get é utilizado para baixar um arquivo remoto na máquina local, enquanto que o comando put é utilizado para subir um arquivo local no servidor remoto. Para obter mais detalhes dos outros comandos e da ferramenta smbclient, recomendo a leitura do seu manual através do comando “man smbclient”.

Uma alternativa à manipualação dos arquivos compartilhados através do smbclient é montar localmente na máquina cliente o diretório remoto compartilhado pelo servidor. Esse procedimento pode ser realizado através do seguinte comando:

mount -t cifs //192.168.221.11/smb-publico /home/shbbrito/smb-publico -o username=shbbrito

Façam seus testes…

Samuel.
Fonte:

Olá Pessoal.
O SAMBA é uma suíte de ferramentas instaladas em um servidor Linux que permite a integração de ambientes heterogêneos através da comunicação entre sistemas Linux e Windows, viabilizando serviços de diretórios no Linux (controlador de domínio), o controle de acesso dos usuários, compartilhamento de arquivos e de impressoras, etc. A integração é possível porque em ambos os sistemas a comunicação é baseada no protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System).
# Configuração do Servidor SAMBA

Assim como nos artigos anteriores, estou considerando que o servidor está instalado com a distribuição Debian GNU/Linux (ou seus derivados, como o Ubuntu). A primeira etapa consiste na instalação do pacote denominado samba para que o Linux possa ser posteriormente configurado como servidor de arquivos para clientes Windows e Linux. Essa tarefa é simples e rápida através do APT:

root@smb-server:/# apt-get install samba

Para exemplificar o processo de compartilhamento de diretórios no servidor com os demais clientes da rede, vamos criar os diretórios “/smb/publico” (acesso total público) e também “/smb/privado” (acesso restrito ao usuário shbbrito):

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/publico
root@smb-server:/# chmod 777 /smb/publico

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/privado
root@smb-server:/# chown shbbrito.shbbrito /smb/privado
root@smb-server:/# chmod 770 /smb/privado

O arquivo de configuração do SAMBA fica lozalicado em “/etc/samba/smb.conf”, sendo bem documentado e organizado em diferentes seções para facilitar sua configuração. O simples compartilhamento de diretórios (objeto deste artigo) é realizado através da inserção de novos diretórios entre colchetes na seção denominada “Share Definitions”, como pode ser observado no exemplo abaixo.

###— em /etc/samba/smb.conf

(…) Conteúdo Omitido

workgroup = SAMBA
interfaces 192.168.221.11/24 ethX
bind interfaces only = yes
server role = standalone server

######### Share Definitions

[smb-publico]
   comment = “Diretorio Publico”
   path = /smb/publico
   public = yes
   only guest = yes
   writable = yes
   printable = no

[smb-privado]
   comment = “Diretorio Privado (shbbrito)”
   path = /smb/privado
   public = no
   only guest = no
   valid users = shbbrito
   valid users = @shbbrito
   writable = yes
   printable= no

Obs.: Caso não haja integração do SAMBA com nenhum serviço de diretórios para fins de autenticação dos usuários, como é o caso deste exemplo em que o servidor é standalone, é necessário: (1) criar o arquivo de usuários reconhecidos pelo serviço, (2) limitar seu acesso para somente leitura e (3) adicionar os usuários que também devem existir previamente no servidor Linux.

root@smb-server:/# touch /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# chmod 644 /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# sbmpasswd -a nome_do_usuario
Password: *****
Re-Type Password: *****

Depois de realizadas as configurações, basta (re)iniciar o serviço SAMBA:

root@smb-server:/# service smb restart

# Configuração do Cliente Windows

Na realidade não há nenhum segredo a ser detalhado nessa seção. O acesso aos compartilhamentos do servidor SAMBA através de estações clientes que estejam executando alguma versão do Windows pode ser feito através da execução (atalho Windows+R) do endereço ou nome do servidor (\\192.168.221.11). Também é possível fazer o acesso direto a um diretório específico (\\192.168.221.11\smb-publico\) e mapear unidades de rede para facilitar o acesso do usuário.

# Configuração do Cliente Linux

De forma muito similar aos clientes Windows, em clientes Linux que tenham um ambiente gráfico é possível localizar os compartilhamentos através da simples navegação na rede ou mesmo através da navegação manual ao servidor, por ex.: smb://192.168.221.11. Na ocasião do acesso através de clientes que não tenham uma interface gráfica, o acesso pode ser realizado através da ferramenta smbclient.

01. apt-get install smbclient
02. smbclient -L 192.168.221.11
03. smbclient //192.168.221.11/smb-publico -U nome_usuario

Na linha 01 estamos instalando o cliente SAMBA (smbclient), caso não haja nenhum instalado na máquina. O comando da linha 02 (parâmetro -L) pode ser utilizado para visualizar os compartilhamentos disponibilizados pelo servidor que responde por um determinado nome ou IP. O acesso ao diretório propriamente dito é realizado na linha 03, sendo que na sequência o usuário será direcionado para um prompt SMB similar ao prompt do FTP. No prompt SMB o comando get é utilizado para baixar um arquivo remoto na máquina local, enquanto que o comando put é utilizado para subir um arquivo local no servidor remoto. Para obter mais detalhes dos outros comandos e da ferramenta smbclient, recomendo a leitura do seu manual através do comando “man smbclient”.

Uma alternativa à manipualação dos arquivos compartilhados através do smbclient é montar localmente na máquina cliente o diretório remoto compartilhado pelo servidor. Esse procedimento pode ser realizado através do seguinte comando:

mount -t cifs //192.168.221.11/smb-publico /home/shbbrito/smb-publico -o username=shbbrito

Façam seus testes…

Samuel.
Fonte:

Olá Pessoal.
O SAMBA é uma suíte de ferramentas instaladas em um servidor Linux que permite a integração de ambientes heterogêneos através da comunicação entre sistemas Linux e Windows, viabilizando serviços de diretórios no Linux (controlador de domínio), o controle de acesso dos usuários, compartilhamento de arquivos e de impressoras, etc. A integração é possível porque em ambos os sistemas a comunicação é baseada no protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System).
# Configuração do Servidor SAMBA

Assim como nos artigos anteriores, estou considerando que o servidor está instalado com a distribuição Debian GNU/Linux (ou seus derivados, como o Ubuntu). A primeira etapa consiste na instalação do pacote denominado samba para que o Linux possa ser posteriormente configurado como servidor de arquivos para clientes Windows e Linux. Essa tarefa é simples e rápida através do APT:

root@smb-server:/# apt-get install samba

Para exemplificar o processo de compartilhamento de diretórios no servidor com os demais clientes da rede, vamos criar os diretórios “/smb/publico” (acesso total público) e também “/smb/privado” (acesso restrito ao usuário shbbrito):

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/publico
root@smb-server:/# chmod 777 /smb/publico

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/privado
root@smb-server:/# chown shbbrito.shbbrito /smb/privado
root@smb-server:/# chmod 770 /smb/privado

O arquivo de configuração do SAMBA fica lozalicado em “/etc/samba/smb.conf”, sendo bem documentado e organizado em diferentes seções para facilitar sua configuração. O simples compartilhamento de diretórios (objeto deste artigo) é realizado através da inserção de novos diretórios entre colchetes na seção denominada “Share Definitions”, como pode ser observado no exemplo abaixo.

###— em /etc/samba/smb.conf

(…) Conteúdo Omitido

workgroup = SAMBA
interfaces 192.168.221.11/24 ethX
bind interfaces only = yes
server role = standalone server

######### Share Definitions

[smb-publico]
   comment = “Diretorio Publico”
   path = /smb/publico
   public = yes
   only guest = yes
   writable = yes
   printable = no

[smb-privado]
   comment = “Diretorio Privado (shbbrito)”
   path = /smb/privado
   public = no
   only guest = no
   valid users = shbbrito
   valid users = @shbbrito
   writable = yes
   printable= no

Obs.: Caso não haja integração do SAMBA com nenhum serviço de diretórios para fins de autenticação dos usuários, como é o caso deste exemplo em que o servidor é standalone, é necessário: (1) criar o arquivo de usuários reconhecidos pelo serviço, (2) limitar seu acesso para somente leitura e (3) adicionar os usuários que também devem existir previamente no servidor Linux.

root@smb-server:/# touch /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# chmod 644 /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# sbmpasswd -a nome_do_usuario
Password: *****
Re-Type Password: *****

Depois de realizadas as configurações, basta (re)iniciar o serviço SAMBA:

root@smb-server:/# service smb restart

# Configuração do Cliente Windows

Na realidade não há nenhum segredo a ser detalhado nessa seção. O acesso aos compartilhamentos do servidor SAMBA através de estações clientes que estejam executando alguma versão do Windows pode ser feito através da execução (atalho Windows+R) do endereço ou nome do servidor (\\192.168.221.11). Também é possível fazer o acesso direto a um diretório específico (\\192.168.221.11\smb-publico\) e mapear unidades de rede para facilitar o acesso do usuário.

# Configuração do Cliente Linux

De forma muito similar aos clientes Windows, em clientes Linux que tenham um ambiente gráfico é possível localizar os compartilhamentos através da simples navegação na rede ou mesmo através da navegação manual ao servidor, por ex.: smb://192.168.221.11. Na ocasião do acesso através de clientes que não tenham uma interface gráfica, o acesso pode ser realizado através da ferramenta smbclient.

01. apt-get install smbclient
02. smbclient -L 192.168.221.11
03. smbclient //192.168.221.11/smb-publico -U nome_usuario

Na linha 01 estamos instalando o cliente SAMBA (smbclient), caso não haja nenhum instalado na máquina. O comando da linha 02 (parâmetro -L) pode ser utilizado para visualizar os compartilhamentos disponibilizados pelo servidor que responde por um determinado nome ou IP. O acesso ao diretório propriamente dito é realizado na linha 03, sendo que na sequência o usuário será direcionado para um prompt SMB similar ao prompt do FTP. No prompt SMB o comando get é utilizado para baixar um arquivo remoto na máquina local, enquanto que o comando put é utilizado para subir um arquivo local no servidor remoto. Para obter mais detalhes dos outros comandos e da ferramenta smbclient, recomendo a leitura do seu manual através do comando “man smbclient”.

Uma alternativa à manipualação dos arquivos compartilhados através do smbclient é montar localmente na máquina cliente o diretório remoto compartilhado pelo servidor. Esse procedimento pode ser realizado através do seguinte comando:

mount -t cifs //192.168.221.11/smb-publico /home/shbbrito/smb-publico -o username=shbbrito

Façam seus testes…

Samuel.
Fonte:  labcisco.blogspot.com.br

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