Curso e-learning de IPV6

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Navegar é preciso, arriscar-se não!

A Cartilha de Segurança para Internet contém recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança na Internet. O documento apresenta o significado de diversos termos e conceitos utilizados na Internet e fornece uma série de recomendações que visam melhorar a segurança de um computador.
Ajude a divulgar a Cartilha!

 

1. Segurança na Internet  2. Golpes na Internet    3. Ataques na Internet

1. Segurança na Internet                     2. Golpes na Internet               3. Ataques na Internet
4. Códigos Maliciosos (Malware) 5. Spam 6. Outros Riscos

4. Códigos Maliciosos (Malware)              5. Spam                                    6. Outros Riscos
7. Mecanismos de Segurança  8. Contas e Senhas  9. Criptografia

7. Mecanismos de Segurança               8. Contas e Senhas                    9. Criptografia
10. Uso Seguro da Internet  11. Privacidade  12. Segurança de Computadores
10. Uso Seguro da Internet                11. Privacidade                 12. Segurança de Computadores
13. Segurança de Redes  14. Segurança em Dispositivos Móveis

13. Segurança de Redes                      14. Segurança em Dispositivos Móveis
Fonte: http://cartilha.cert.br/

Além da velocidade: qual é o futuro das conexões de internet?

Redes 5G, novo padrão WiFi e conexão constante com a nuvem. O que mais veremos no futuro da web?

Nas últimas décadas, tivemos a oportunidade de acompanhar a evolução da internet, desde a conexão discada até a chegada da alta velocidade com a tecnologia da banda larga. De lá para cá, trabalhamos com modens barulhentos, hubs com muitas portas, uma infinidade de cabos e, mais recentemente, com roteadores wireless e adaptadores cada vez menores.

Saímos dos meros 56 kilobits por segundo e chegamos aos incríveis 50 megabits por segundo. Com a chegada da tecnologia de fibra óptica, a tendência para o futuro é animadora, com conexões domésticas ultrapassando facilmente a casa dos 50 gigabits por segundo. Ocorre, no entanto, que a internet não se resume ao fator “velocidade”.

Hoje, temos a certeza de que o mundo virtual é composto por uma série de elementos, que vão desde as tecnologias utilizadas (que incluem a velocidade máxima de download e upload) até os serviços disponíveis que compõem o ecossistema online. Neste artigo, vamos comentar como será o futuro do mundo cibernético nesta próxima década.

Internet gigabit e redes 802.11ad

Sejamos sinceros: largura de banda nunca é demais. Tudo bem, sabemos que não desfrutamos de toda a internet pela qual pagamos, ainda mais em um país que as operadoras não são obrigadas a fornecer todos os recursos da tecnologia contratada. Atualmente, em tempos de banda larga de 10 mega, acabamos nos contentando com 1 mega.

No entanto, considerando a evolução acelerada da internet, em uma década poderemos estar com conexões de banda larga do tipo “gigabit”, ou seja, linhas de 10 giga que vão oferecer downloads de até 1 gigabyte por segundo (consideramos aqui que, até lá, os componentes de rede e os SSD estarão aptos a trabalhar com tamanho volume de dados).

Ao longo desses dez anos, veremos o padrão 802.11n, comum nas atuais redes sem fio, ser aposentado, acompanharemos a chegada e o fortalecimento dos produtos 802.11ac (que vão garantir taxas de transferência de até 600 Mbps) e, posteriormente, veremos as redes “WiGig” — formalmente conhecidas pelo padrão IEEE 802.11ad — ganhando espaço.

Além da velocidade: qual é o futuro das conexões de internet?

(Fonte da imagem: Reprodução/5G Wi-Fi)

A tecnologia 802.11ad deve ser demonstrada em 2014, mas pode demorar um bocado de anos até chegar aos lares e locais públicos. Arriscar um palpite para antes de 2023 é um tanto quanto ilusório, visto que qualquer padrão WiFi pode demorar até que seja devidamente testado e implementado nos dispositivos.

A internet em quase todos os lugares

Se tudo continuar do jeito que está indo, na próxima década poderemos ter redes WiFi nos lugares mais inusitados. Com a introdução de um novo padrão, os sinais dos aparelhos de rede sem fio poderiam ir mais longe e garantir conexão em quase todos os ambientes públicos e privados.

É claro que nem tudo é tão simples e, segundo o presidente da Linktel, cobrir uma cidade toda como São Paulo é impossível. Devemos considerar que ele está pensando nos atuais dispositivos e em uma arquitetura viável para o presente. No entanto, muita coisa pode mudar em dez anos e quem sabe teremos as redes dominando nas principais metrópoles.

5G: a internet móvel quase lá

Com o 4G chegando ao Brasil, temos a impressão de que estamos prestes a conferir uma verdadeira revolução nas conexões móveis. Entretanto, assim como ocorreu com o 3G, a nova tecnologia deve demorar até ganhar estabilidade e mostrar seu verdadeiro poder — para muitos, o 3G ainda não se mostrou grandioso.

Nossa aposta para a próxima década não é o 4G, mas temos confiança de que até lá poderemos navegar nas redes 5G, com velocidades quase tão boas quanto a das melhores conexões cabeadas atualmente, ou seja, conexões com taxas de download próximas de 50 Mbps.

Pensando nessa evolução desenfreada das tecnologias, é bem possível que, na próxima década, os celulares já utilizem baterias mais robustas, podendo permanecer conectados às redes 5G constantemente. Essa permanência no mundo online seria apenas um dos avanços que nos levaria a explorar um ecossistema tão sonhado por muitas empresas.

O sonho da Google vira realidade

Seja via WiFi, internet cabeada ou redes 5G, o grande plano da Google é criar um mundo virtual amplo o suficiente para comportar sistemas operacionais. A empresa já vem trabalhando nessa ideia, mas, até agora, não pudemos ver grandes avanços (principalmente em países como o Brasil, que têm internet precária).

Por um lado, essa ideia de manter tudo online é muito boa, pois evita problemas com backups, vírus e outros tantos inconvenientes. Por outro, temos as instabilidades nas conexões de internet, as quais podem afetar a experiência de uso no cotidiano. Se o Chrome OS vai dar certo, somente o tempo dirá, mas a ideia não é tão avoada como muitos pensam.

É importante notar que nem todas as empresas pensam em um sistema online, todavia, para a próxima década, algumas vão apostar em softwares híbridos. Basicamente, esse conceito deve garantir um conceito parecido com o do Dropbox aplicado a todas as pastas de documentos. Ao criar um arquivo, ele será salvo na web e quaisquer alterações são guardadas na nuvem.

Jogos, documentos e vida online

Assim como a Google, outras empresas vêm pensando em criar mundos online que garantam mais conforto e utilidade para o usuário. A Sony, por exemplo, pretende apostar alto na ideia dos games na nuvem. Depois de comprar a Gaikai, a companhia já deixou claro que o PlayStation 4 vai rodar jogos online e instantaneamente.

Em teoria, a rede da Sony deve permitir que os jogadores experimentem os games (inclusive os de gerações anteriores), compartilhem vídeos, façam compras e mantenham seus dados de progresso na nuvem. É claro que o serviço da Gaikai ainda vai possibilitar a jogatina multiplayer, oferecer chat em tempo real e outras tantas funcionalidades que já existem.

Além da Sony, outras empresas (como a Microsoft) podem vir com ideias semelhantes para seus dispositivos. Dez anos é um tempo considerável e não duvidamos nada que os documentos, músicas, vídeos e qualquer outro tipo de conteúdo sejam mantidos na nuvem. Até lá, toda a infraestrutura das redes terrestres ou aéreas possibilitarão tais avanços.

TVs conectadas à nuvem

Já faz algum tempo que o acesso à internet deixou de ser um recurso exclusivo dos computadores. No entanto, ela ainda não dominou todos os dispositivos. Pode ser que, na próxima década, nem todos os produtos estejam conectados à nuvem, até porque isso não é exatamente necessário.

De qualquer forma, podemos ter a certeza de que alguns meios de comunicação vão puxar a internet para seu funcionamento básico. Falamos aqui das TVs por assinatura, algumas das quais já utilizam serviços online para oferecer integração com sites e redes sociais.

A grande diferença é que as TVs por assinatura da próxima década poderão puxar conteúdo diretamente da web. Sim, isso já existe em serviços como Tele Cine Play e HBO GO, mas tudo ainda depende de um computador, smartphone ou tablet. Quem sabe, os próximos aparelhos já tragam compatibilidade com tais recursos ou utilizem apenas conteúdo através da web.

Tudo pode mudar

Seguindo uma linha de raciocínio baseada nas atuais tecnologias, o futuro da web seria mais ou menos o que apresentamos neste texto. No entanto, com novos gadgets aparecendo e alguns tantos sumindo do mercado, é possível que muita coisa mude nos próximos dez anos.

No geral, podemos ter a certeza de que a web será muito rápida, gigantesca e recheada de recursos. O que você espera do futuro mundo online? Deixe sua opinião na seção de comentários.

 

Quer saber mais? Acesse: http://goo.gl/ijB72

Gerência de Porta 25

 

Esta parte do site Antispam.br apresenta um conjunto de políticas e padrões, comumente chamados de “Gerência de Porta 25”, que podem ser utilizados em redes de usuários finais ou de caráter residencial para:

  • a mitigação do abuso de proxies abertos e máquinas infectadas para o envio de spam;
  • aumentar a rastreabilidade de fraudadores e spammers.

Estes padrões, que procuram diferenciar a submissão do transporte de e-mails, já foram avaliados pela comunidade Internet, estão em discussão no Brasil desde 2005 e já são utilizados em redes de banda larga de caráter residencial de diversos países.

Nas subseções a seguir serão abordadas recomendações para a implementação da Gerência de Porta 25/TCP, de modo a evitar que as redes possam ser tão facilmente abusadas por spammers.


Tire suas dúvidas sobre a
adoção de Gerência da porta 25.

Faça o download da versão
PDF do folheto (1,5 MB)

 

Consultoria prevê internet ‘em cada carro novo’ até 2014

Especialistas em tecnologia apontam que o carro é a nova fronteira para tecnologias de acesso móvel à internet, que prometem revolucionar a forma como as pessoas dirigem seus veículos.

O primeiro sinal dessa revolução deve ser a proliferação de aplicativos no painel dos carros. Com apenas um toque, será possível encontra um lugar para estacionar, ou um restaurante para jantar.

Segundo a consultoria Machina Research, em 2020 apenas as tecnologias para fazer a vida dos motoristas mais fácil será equivalente a 20% do valor de um veículo. Isso significa um mercado de US$ 600 bilhões (cerca de R$ 1,2 trilhão).

“Até o fim de 2014, todos os veículos das grandes marcas irão oferecer algum tipo de conectividade”, acredita Jack Bergquist da consultoria IHS.

“A Ford já declarou que está vendendo mais carros assim”, disse Bergquist. “Mais de 50% dos consumidores estariam inclinados a ter um carro com internet.”

Negócio lucrativo

Segundo a fabricante de processadores Intel, as tecnologias para os “carros conectados” estão logo atrás das tecnologias para tablets e smartphones entre as que mais se desenvolvem atualmente.

Aplicativos que mostram os postos de gasolina mais próximos e comparam os preços já estão no mercado.

Mas tudo isso ainda custa caro. Um aplicativo para encontrar estacionamento, por exemplo, precisa de sensores eletrônicos e imagens aéreas.

A Intel já anunciou investimentos de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 200 milhões) nos próximos cinco anos em empresas parceiras que possam oferecer soluções criativas para os carros conectados.

“Se você olhar para o custo de desenvolvimento de um novo modelo, algumas companhias já estão dedicando um terço de seu orçamento para o painel do veículo e para o sistema de tecnologia”, disse.

Acidentes

Com tanta coisa para buscar, tocar e se distrair, os motoristas não estariam correndo mais riscos de acidente? Até que tenhamos nas ruas carros que dirigem sozinho, os especialistas acham que sim.

“Você pode se empolgar com a experiência e esquecer que está dirigindo. Melhor, mais rápido e mais barato é o que os consumidores querem, mas com segurança”, diz John Ellis, especialista em tecnologia da Ford.

Segundo o National Safety Council dos Estados Unidos, um quarto dos acidentes do país ocorrem quando os motoristas usam celular enquanto estão dirigindo.

Mas os novos carros também devem estar mais preparados para situações de perigo. Em alguns veículos, sensores poderão acionar uma chamada de emergência em caso de acidente.

Hackers

Além de gerar o temor de mais acidentes, a evolução das tecnologias de conectividade à internet em veículos sugere a possibilidade de ataques virtuais contra os motoristas.

Dessa forma, o carro estaria vulnerável a hackers como os computadores. Um veículo poderia, por exemplo, ter a porta destravada e ser ligado, sem que ninguém o tocasse.

“Teoricamente, o ataque virtual é possível, mas as montadoras já estão cientes do risco e se preparando para isso”, disse John Leech, da consultoria KPMG.

Os modelos da Ford, por exemplo, separam fisicamente os aplicativos de partes cruciais para o funcionamento do veículo.

Apple e Facebook

Não são apenas as montadoras quem estão de olho no mercado dos carros inteligentes.

“Eu suspeito que serão empresas como a Apple ou o Facebook que irão desafiar com sucesso as montadoras”, diz Leech.

“A Apple já tem uma equipe muito significativa pensando como os produtos da Apple podem ser usados em um carro. Se eu estivesse apostando, seria lá que colocaria meu dinheiro”, disse.

Parece ser apenas uma questão de tempo até que os carros inteligentes compitam lado a lado com celulares e tablets na indústria da tecnologia.

 

Quer saber mais? Acesse:http://goo.gl/eiUNa

 

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