Como anda a implementação do IPV6 no mundo?

Site criado pela Cisco exibe estatísticas mundo afora acerca da implementação do novo protocolo da Internet.

ipv6-stats
Achei muito interessante os números mais recentes acerca do uso do IPv6 pelo mundo e resolvi compartilhar o link aqui no Blog.

Confesso que os resultados me surpreenderam, o Brasil está atrás de vários países na América do Sul em relação a implantação do IPv6, mesmo após vários anos de intensa “evangelização” feita por parte do NIC.br com seus cursos gratuitos de IPv6, dos quais venho participando como colaborador nos últimos 3 anos.

O Peru parece ser o grande destaque, o pais foi escolhido pela Telefonica para ser o pais “beta tester” da empresa e tem grande destaque no mapa atual de implementação v6.

Confira os dados do IPv6 Stats em:

http://6lab.cisco.com/stats/

Cisco e Avnet firmam parceira estratégica para datacenters na A. Latina

Foco será distribuição de linhas de produtos Nexus, UCS, e SAN de Fiber Channel MDS.

A Cisco e a Avnet firmaram uma parceira estratégica para distribuição de soluções de datacenters na região América Latina e Caribe.

A companhia será responsável pela distribuição dos produtos do portfólio de computação unificada (UCS) Blade e Servidores Rack (B e C), Nexus e SAN de Fiber Channel MDS, soluções estratégicas para a virtualização e inteligência nos centros de daods.

A parceria, entretanto, promete ampliar o relacionamento da companhia com canais, que poderão entregar soluções pré-configuradas, desenvolvidas no Centro de Soluções Globais da Avnet.

Com o relacionamento, as companhias esperam atender a demanda de áreas de negócios, varejo e governos. “O governo tem uma necessidade do conceito de Big Data, pois precisa de sistemas de armazenamento e tratamento da informação em uma proporção gigante”, afirmou Eduardo Almeida, diretor de operações para parcerias da Cisco do Brasil.

Segundo Almeida, após o anúncio  a Cisco espera ver um crescimento, em longo prazo,  na comercialização das arquiteturas no Brasil. “A Cisco tem crescido no mundo com a arquitetura de UCS e Nexus – por volta de 44%. A ideia é que no Brasil também tenhamos um crescimento alto, de dois dígitos”, pontua.

Para Sergio Farache, vice-presidente sênior e gerente geral da Avnet na América Latina, os produtos Cisco representam uma cifra de, aproximadamente, US$ 350 milhões para a companhia, que não descarta a distribuição de outras soluções da Cisco, enquanto destaca “que o foco agora é datacenters”.

Escrito por Mayra Feitosa

Cisco inaugura última etapa do investimento de R$ 1 bi no Brasil

Centro de Inovação no RJ, tem foco no desenvolvimento de soluções para problemas locais, segundo presidente mundial da companhia, Robert Lloyd.

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A Cisco inaugurou nesta quinta-feira, 22, seu primeiro Centro Global de Inovação, no Rio de Janeiro. A iniciativa é a última etapa do projeto de investimento de R$ 1 bilhão (US$ 420 milhões) no Brasil, ao longo de quatro anos, anunciado em abril de 2012.

Cisco anuncia investimento de US$ 6 mi em fundo brasileiro

À época, a Cisco informou que investiria na produção local (fábrica em Sorocaba, no interior de São Paulo), em fundos de venture capital, no centro de inovação e na expansão das operações no país.

O objetivo inicial do centro tecnológico é o desenvolvimento de soluções em redes e comunicações para as empresas brasileiras nos setores de petróleo e gás, educação, desenvolvimento urbano, esportes, entretenimento, saúde e segurança pública.

A Cisco também concentrará suas pesquisas no Brasil no desenvolvimento de soluções para as chamadas redes elétricas inteligentes (smart grid). As tecnologias desenvolvidas, segundo Rodrigo Dienstmann, presidente da companhia no Brasil, ajudarão o país a aumentar sua produtividade, a melhorar seus serviços públicos e privados, a elevar a qualidade de vida da população e a garantir a segurança pública.

As soluções que surgirem no Rio de Janeiro serão oferecidas em outros países da América do Sul e, segundo um comunicado da empresa, devem ajudar a “transformar as metrópoles latinoamericanas em cidades inteligentes e conectadas”.

“Este espaço tem o objetivo de gerar mais valor às empresas co  as quais a Cisco faz negócio”, disse o presidente mundial da companhia Robert Lloyd, presente à cerimônia de inauguração do Centro de Inovação.

Segundo ele, a Cisco prometeu colaborar com o governo brasileiro, e o Centro de Inovação é mais uma etapa desta promessa. “Queremos ser o melhor parceiro do Brasil”, disse.

Como parte do investimento anunciado, duas iniciativas de venture capital também já estão em curso, e receberam aporte de US$ 21 milhões.

A fábrica da companhia, em Sorocaba (interior de São Paulo), também já produz dois modelos de roteadores e, em breve, passará a produzir um modelo de switch.

Jackeline Carvalho viajou ao Rio de Janeiro a convite da Cisco do Brasil.

Escrito por Jackeline Carvalho

Anatel e Ancine querem cobrar tributo da internet a partir de 2014.

As companhias estrangeiras de internet que operam no Brasil terão de pagar mais imposto. A pedido do governo, as agências reguladoras Anatel (telecomunicações) e Ancine (cinema) terão quatro meses para desenvolver um modelo de tributação e notificar empresas como Google, Facebook, Apple e Netflix.

Segundo a Folha apurou com integrantes da área econômica, a expectativa é que a mudança na tributação comece no início de 2014.

O ministro Paulo Bernardo (Comunicações), que já havia defendido isonomia tributária desse tipo de atividade em relação às empresas de TV por assinatura, encomendou às agências um modelo de tributação. O formato será então remetido à Receita Federal, encarregada da cobrança.

Para implantar a mudança, não é necessária nova lei, basta instruir os órgãos federais e notificar as empresas.

Ele argumenta que empresas como Google, Facebook, Apple e Netflix vendem serviços e publicidade no país, mas fazem parte da cobrança no exterior, deixando de recolher tributos.

Segundo o ministro, 25% do preço de um pacote de TV por assinatura, por exemplo, corresponde a impostos.

“Olhando isoladamente, o modelo de negócios é uma belezura. Mas quem está aqui instalado pergunta: por que eu pago imposto e ele não?”, questionou Bernardo.

“Suponha dois supermercados na esquina, um paga imposto e o outro não. Esse que paga vai quebrar. O desequilíbrio é brutal. As atividades são semelhantes e têm de ser tratadas igualmente.”

Bernardo evitou fazer estimativas sobre o aumento da arrecadação com a medida antes de as agências definirem como será o recolhimento e quais impostos incidirão. Também não quis dar prazo para o início da cobrança.

A maior parte das empresas de internet mantém escritórios no Brasil. O ministro, porém, afirmou que as vendas com cartão de crédito internacional não são tributadas. Ele citou como exemplo a compra de um exemplar de jornal na loja eletrônica da Apple, cujo pagamento é feito diretamente em dólares.

CONTEÚDO

O ministro indicou que também será avaliada a exigência de conteúdo nacional, hoje feita às empresas de TV por assinatura. Google, Apple e Netflix, segundo ele, oferecem serviços similares.

“As empresas aqui têm de fazer rede ou satélite para transmitir e têm de cumprir a lei aqui do ponto de vista de impostos e também de conteúdo, porque agora nós exigimos conteúdo nacional. Temos de discutir isso; no mínimo, equiparar”, afirmou o ministro.

OUTRO LADO

Procurado pela Folha, o Google refutou as afirmações de Paulo Bernardo. Por meio de nota, a empresa afirmou que recolhe “todos os impostos que são devidos no Brasil, assim como em todos os outros países” nos quais opera.

Segundo a empresa, foram recolhidos mais de R$ 540 milhões em tributos às “diversas esferas do governo brasileiro” em 2012.

O Google, que tem um centro de engenharia em Minas Gerais e um escritório executivo em São Paulo, afirmou ainda que emprega mais de 600 pessoas no país e já investiu “centenas de milhões de dólares” em operação brasileira.

O Facebook disse pagar todos os impostos exigidos por lei.

Apple e Netflix não quiseram se pronunciar.

 

Fonte http://folha.com/no1330048

Governo de SP investe em nuvem e permite a pacientes do SUS acessar prontuários pela internet

Iniciativa custou R$ 56 milhões e meta é interligar 57 hospitais até 2014.

O Governo do Estado de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira (19), durante uma coletiva de imprensa no InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, de São Paulo), o investimento de R$ 56 milhões em uma iniciativa de computação em nuvem ‘S4SP’, que promete unificar todos os prontuários médicos de pacientes da rede pública de saúde do SUS (Sistema Unificado de Saúde), permitindo aos médicos e pacientes consultar as informações médicas usando a internet.

Iniciativa custou R$ 56 milhões e meta é interligar 57 hospitais até 2014.

O Governo do Estado de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira (19), durante uma coletiva de imprensa no InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, de São Paulo), o investimento de R$ 56 milhões em uma iniciativa de computação em nuvem ‘S4SP’, que promete unificar todos os prontuários médicos de pacientes da rede pública de saúde do SUS (Sistema Unificado de Saúde), permitindo aos médicos e pacientes consultar as informações médicas usando a internet.

 

Escrito por Mayra Feitosa

Fonte: IPNews

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