Monitoramento Contínuo

Proteção Proativa dos “Riscos”

Na Grécia antiga já se praticava a aplicação de recursos “soldados ou não” para desempenharem papeis de “Sentinela”, que por sua vez tinham grande importância para a mitigação dos riscos, seja do Castelo, da Cidade ou de algum grupo especifico. Naquela época, esta atitude de vida ou morte estava associada ao objetivo de neutralizar o inimigo, antecipar suas ações e instrumentalizar o exército com informações estratégicas, onde uma reação rápida garantia a preservação do patrimônio, das vidas e, sem dúvida, a da competividade.

No avanço do tempo, naturalmente pela expansão geográfica dos domínios, e da própria sociedade, este papel ficou cada vez mais complexo e carente novos controles sobre a rede de informações, as técnicas utilizadas, e como aplicar melhor um filtro que pudesse separar o que era realmente importante e assim apenas direcionar para avaliações mais criteriosas as situações que realmente apresentasse riscos.

O motivador para AGIR

Ao planejar a sua estratégia de Segurança, lembre-se: “Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia”. (William Edwards Deming).

 

Como se pode perceber, em nenhum momento foi necessário abrir mão da equipe e sequer dos instrumentos de contra-ataque.

O que houve foi o fortalecimento da ação, com base em informações qualificadas e que contribuíram para uma maior eficiência operacional e melhor uso das estratégias, com tempo para focar no que realmente importa.
Este paralelo demonstra para o cenário que vivenciamos, em pleno Século XXI, altamente complexo, com redes hibridas, tecnologias heterogêneas, mobilidade 360 graus, computação em nuvem, fraudes, erros voluntários de empregados insatisfeitos, espionagem generalizada, globalização, perda de competividade imotivada, novas vulnerabilidades a cada dia, falta de tempo para dar atenção a operação e a proteção, e tantos outros problemas, nos remete a reflexão de como manter a organização competitiva sem desfocar do Core Business?

No passado, era vital o uso da “Sentinela” pelo beneficio da antecipação e prevenção dos riscos, e se consideramos as devidas proporções do cenário atual, continua vital, potencializado com o agravante já exposto acima.

O que realmente pode comprometer a segurança de um bom negócio são as distrações, ou seja, aquelas que consomem talento, tempo, esforço e dinheiro, trazendo a falsa sensação de “estar seguro”, onde o menor alerta gera pânico, comprometendo em muitas das vezes o foco de atuação no que realmente importa.

As organizações devem se esforçar para não alocar seus recursos, humanos, tecnológicos e financeiros, naquilo que não traz valor, e isso só é possível quando estão abertas a conhecer novos modelos de proteção, que podem suportar em escala o primeiro nível de proteção dos ativos.

Ao avaliar a adoção de um modelo de Monitoramento Contínuo, às empresas devem levar em conta que este “Sentinela Digital”, obrigatoriamente deve:

• Ter um alto grau de especialização.
• Se valer do uso das melhores práticas.
• Garantir que os níveis de serviços estejam alinhados à estratégia de negócio.
• Ser consistente ao apresentar a redução dos riscos relacionados incidentes.
• Suportar o atingimento das conformidades frente aos diversos padrões, normas e regulamentos.
• Garantir um ciclo de operação 24x7x365 dias.

Ao reconhecer que para atender as diferentes camadas de proteção e a agilidade de ação requerida, as empresas podem de valer deste conceito no uso de um modelo que propicie o Monitoramento Continuo de Segurança, direcionando seus esforços para o que realmente importa.

 

Fonte: Cristiano Pimenta

Anatel estuda novas faixas de frequência para internet banda larga

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estudará a viabilidade de disponibilização de faixas de radiofrequência adicionais para prestadores de serviço de acesso à internet em banda larga, visando a entrada de novos competidores nesse mercado.

A realização de estudos com essa finalidade foi determinada nesta quarta-feira pelo Ministério das Comunicações, em portaria publicada no “Diário Oficial da União” (DOU). Para tanto, o texto dá à agência reguladora prazo até fim de dezembro de 2014.

Entre as que poderão ser disponibilizadas, segundo a portaria, estão as subfaixas de 415,85 a 421,675 MHz, de 425,85 a 430 MHz, de 1.785 a 1.805 MHz e de 1.885 a 1.895 MHz, além da subfaixa U da faixa de radiofrequência de 2.500 MHz a 2.690 MHz.

A portaria manda que, no mesmo prazo, a Anatel avalie a possibilidade de disponibilizar outras faixas, com a mesma finalidade, para uso licenciado e não licenciado.

O texto trata também da oferta de faixas para pequenos prestadores de serviço. Até fim deste ano ainda, a Anatel terá que iniciar procedimento administrativo com o objetivo de tornar disponível para eles a subfaixa T da faixa de radiofrequência de 2.500 MHz a 2.690 MHz, nas áreas onde estiver desocupada.

Os procedimentos para convocação e seleção dos interessados, no caso dos pequenos, “deverão preferencialmente ocorrer em formato eletrônico, permitindo a participação remota”. Ao definir as áreas geográficas da autorização, bem como os valores e as eventuais garantias a ela associados, a Anatel deverá ainda “considerar a sua compatibilidade com o porte dos prestadores de serviços de telecomunicações aos quais se destina a autorização”.

O ato publicado prevê também que a agência reguladora deverá adotar medidas que garantam o efetivo uso do espectro outorgado nas áreas de autorização.

Na parte que justifica a edição da portaria, o ministro Paulo Bernardo Silva explica que o espectro de radiofrequência é um recurso escasso, caracterizado como bem público, “sendo, portanto, necessário assegurar sua autorização e utilização de forma eficiente e eficaz, à luz dos objetivos da política pública setorial”.

E o Decreto 4.733/2003 estabeleceu como objetivos para as políticas públicas de telecomunicações, destaca ele, “a inclusão social, a universalização, o estímulo à geração de empregos e à capacitação da mão-de-obra, bem como à competição ampla, livre e justa entre as empresas exploradoras de serviços de telecomunicações, com vistas a promover a diversidade dos serviços com qualidade e a preços acessíveis à população”.

Ele lembra ainda que o uso de radiofrequência depende de outorga da Anatel, precedida de licitação nos casos de limitação técnica e de existência de mais de um interessado na sua utilização.

 

Fonte: UOL

Novo padrão de Wi-Fi deve ser adotado aos poucos e em nichos

ubstituição do atual padrão 802.11n para o novo 802.11ac, mais conhecido como AC, caminha timidamente e muitas empresas ainda não estão se arriscando.

O novo padrão de redes Wi-Fi definido pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) é pauta do mercado, mas de forma ainda discreta. A substituição do atual padrão 802.11n para o novo 802.11ac, mais conhecido como AC, caminha timidamente e muitas empresas ainda não estão se arriscando neste caminho.

A nova tecnologia é capaz de transferir dados em uma velocidade de 1,3 Gbps na teoria, enquanto o padrão atual N consegue chegar a 450 Mbps.

Os aparelhos com novo padrão irão operar somente na frequência de 5 GHz, que possui mais canais disponíveis, diferente dos aparelhos 801.11n, que operam tanto na frequência de 2,4 GHZ, quanto na de 5 GHz.

A Aerohive, fornecedora de soluções Wi-Fi corporativas, recomenda a utilização do novo padrão em nichos específicos. “Como qualquer tecnologia, o padrão está evoluindo, mas achamos que a adoção vai ser um pouco mais lenta do que o mercado está dizendo. Recomendamos para ambientes de um único ponto de acesso e com alta densidade. Eu poderia trabalhar com o AC em outros casos? Poderia, mas por quê vou usá-lo se a maioria no mercado não o utiliza? As empresas precisam ter critérios para adotar o que é melhor para a corporação”, diz o diretor da Aerohive para a América Latina, Fernando Lobo.

Segundo o executivo, dentre os critérios a serem avaliados para a adoção da tecnologia estão a compatibilidade dos smartphonestablets ou notebooks e se a rede será substituída pelo novo padrão, pois isso pode implicar também na substituição e perda de clientes que ainda não estão preparados para receber a novidade.

“Se a rede visar uma missão crítica, é interessante usar a tecnologia já consolidada. Se ela for nova, iniciada do zero, pode usar o AC e o N. E se for de alta densidade, o AC”, recomenda Lobo.

A Aerohive acredita que o AC terá uma adoção plena a partir de 2015 e cita uma pesquisa da Infonetics, que mostra que 20% dos pontos de acesso embarcados no mundo em 2015 serão sobre o padrão AC, e em 2017, essa porcentagem será de 70%. A empresa deve lançar em breve uma solução para a nova tecnologia.

“A tecnologia vai ser igual para todo mundo, todos terão maior velocidade, a questão está no uso das aplicações”, diz Lobo.

Ele comenta que a fornecedora irá focar em aplicações como a Presence Analytics, voltada ao varejo, que fornece informações sobre os consumidores aos lojistas, como por exemplo, quantas pessoas olharam a vitrine da loja e quantas entraram. Outra aplicação é a Teachers’ View, que permite aos professores o controle do acesso ao Wi-Fi dentro da sala de aula.

 Fonte: Exame

Empresas de telecom investiram R$11,2 bilhões no 1º semestre

Investimentos no período representam uma alta de 8,7 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.

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Rio de Janiero – As empresas de telecomunicações investiram 11,2 bilhões de reais no primeiro semestre deste ano, alta de 8,7 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta terça-feira o sindicato das companhias do setor, o SindiTelebrasil.

Segundo a entidade, os recursos foram investidos principalmente em expansão de redes, ampliação de cobertura e melhora da qualidade dos serviços.

“O resultado mostra que o setor está mantendo a trajetória de alta nos investimentos já verificada no ano passado”, disse o sindicato em comunicado.

No segundo trimestre deste ano, os investimentos somaram 6,2 bilhões de reais, o maior volume para o período. Em 2012, o total de investimentos chegou a 25,8 bilhões de reais.

A receita operacional bruta do setor entre janeiro e junho somou 111,1 bilhões de reais, crescimento de 5,7 por cento na comparação com o mesmo período de 2012.

Fonte: Exame

Público não confia na eficácia do Marco Civil da Internet

Segundo pesquisa do portal IPNews, para 48,1% guarda dos logs não garante segurança.

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O Projeto de Lei do Deputado Alessandro Molon (PT-RJ), que está esperando a votação na Câmara dos Deputados, se por um lado discute as questões de neutralidade da rede, por outro leva a discussão às questões de segurança.

Em uma recente pesquisa realizada pelo portal IPNews, 55,5% dos internautas disseram não acreditar na eficiência do Marco Civil da Internet como uma forma de ‘regulamentar’ a internet no Brasil.

Para 48,1% a guarda de logs é o principal motivo. Para eles, a medida dificulta os negócios e não garante a segurança dos dados, pois o que garante essa segurança é o investimento correto em tecnologias. Para 7.4%, o projeto é ineficiente porque proíbe o provedor de conteúdo de retirar do ar conteúdos – se aprovado, as empresas deverão fazer isso apenas com o aval do judiciário, o que pode fazer com que ofensas e conteúdos ilícitos circulem pela rede por muito tempo.

Para 44,4% o projeto é eficiente. A maioria (25.9%) afirmou que se o projeto for alterado e incentivar a instalação de datacenters no Brasil, isso trará mais segurança, pois os dados dos brasileiros estarão submetidos à legislação local e não de outros países. Para 18.5% dificultar a guarda dos logs para empresas de conexão e de aplicativos traz mais segurança, pois impede a distribuição desses dados para empresas de fora do País – evitando um dos problemas que o Brasil tem vivenciado recentemente, o da espionagem de dados.

Fonte: IPNews

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