Brasil terá Escola Nacional de Defesa Cibernética

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Para o soldado do futuro, não bastará ter conhecimentos de sobrevivência na selva ou de táticas de batalha. Ele precisará manejar um computador com a mesma destreza com que mexe em uma arma. Pensando nisso, o Exército Brasileiro, cumprindo determinação do Ministério da Defesa, está construindo a Escola Nacional de Defesa Cibernética (ENaDCiber). O projeto foi encomendado à Universidade de Brasília (UnB) e será entregue em julho deste ano, mas ainda não existe data para o início das atividades. O espaço servirá para a capacitação de recursos humanos para atuação no setor cibernético em prol da defesa do país.

Hoje, esse papel cabe ao Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) — diz o general Paulo Carvalho, chefe do centro. — Com a escola, que ficará a cargo de outro general, nós poderemos nos concentrar nas operações de guerra cibernética.

A implantação da ENaDCiber foi definida em portaria do Ministério da Defesa publicada em outubro do ano passado, sendo parte de uma série de medidas do governo que se sucederam à divulgação de informações sobre o esquema de espionagem conduzido por agências de inteligência americanas, que chegaram a monitorar as comunicações da presidente Dilma Rousseff. Em dezembro, foi formado um comitê para a elaboração de estudos de viabilidade e concepção do instituto.

O professor Jorge Fernandes, diretor do Centro de Informática da UnB, afirma que o prazo para a entrega do projeto da ENaDCiber é em outubro, mas ele será concluído até o fim de julho. Diferentemente de outros centros de estudos do Exército, como o Instituto Militar de Engenharia, o ENaDCiber terá uma sede física, mas os cursos serão espalhados por todo o território nacional, em parcerias com universidades e centros técnicos.

— Estamos desenvolvendo a concepção da escola, definindo as metodologias de ensino, as instalações físicas necessárias, recursos humanos, regulamentos para participação, credenciamento de cursos. Esse conjunto de ideias será entregue ao Exército — explica Fernandes. — Também estamos montando cursos à distância, que devem ser oferecidos ainda este ano.

Além da escola, o projeto prevê a implantação do Sistema de Certificação e Homologação de Produtos e Serviços de Defesa Cibernética (SHCDCiber), para a análise da segurança de hardwares e softwares usados pelos organismos de defesa cibernética. A ideia é montar uma rede de laboratórios para analisar a segurança dos produtos e certificá-los de acordo com níveis de confiança.

— Você pode usar o WhatsApp para falar com a família, com os amigos, mas um general tem que saber que para uma reunião do Estado-Maior ele não serve — diz Fernandes.

CONFRONTOS EM BITS

Apesar do tom futurista, a guerra cibernética já é uma realidade. Em 2010, o vírus Stuxnet atingiu computadores que controlavam centrífugas nucleares iranianas, e provocou um imenso atraso no programa nuclear daquele país. Oficialmente, nenhum grupo ou país assumiu a autoria do ataque, mas investigações de empresas de segurança apontam que ele teria partido dos EUA, com participação de Israel. No mês passado, a China mostrou ao mundo uma nova arma de seu arsenal virtual. Apelidada “Great Cannon” (“grande canhão”), ela consegue redirecionar o tráfego de internautas estrangeiros que visitam sites chineses para um alvo. Até agora, o “canhão” só foi usado para a censura, mas ele pode derrubar servidores estratégicos para um país.

— É uma de nossas preocupações — afirmou o ministro da Defesa, Jaques Wagner, durante visita à LAAD Feira Internacional de Defesa e Segurança, que aconteceu esta semana no Riocentro. — A defesa cibernética está entre os nossos projetos estratégicos.

O CDCiber foi criado oficialmente em 2012, e, desde então, consumiu apenas R$ 190 milhões de seu orçamento previsto, de R$ 400 milhões. Apesar das restrições nos gastos, o centro se saiu bem durante os grandes eventos — Rio+20, Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações e Copa do Mundo —, mas o país ainda não possui capacidade de se proteger de armas cibernéticas como o “Great Cannon”. Ao ser questionado sobre o assunto, o general Carvalho foi evasivo:

— Nós estamos investindo para isso.

Para especialistas, o Brasil está no caminho certo. Thierry Martin, vice-presidente para a América Latina da Kudelski Security, afirma que estamos no mesmo nível de outros países.

— Todos estão descobrindo o que fazer — brinca Martin. — Mas o Brasil já tem um centro de defesa militar e está formando uma legislação para a privacidade. A preocupação é necessária. Nas guerras físicas, a cibernética será bem explorada.

Via: oGlobo

Governo dos EUA admite que hackers russos invadiram e-mails de Obama

20131029132558_660_420Pelo menos parte dos e-mails do presidente americano Barack Obama foi acessada por hackers russos, segundo informa o New York Times com base em depoimentos de autoridades dos EUA que investigam falhas de segurança nas comunicações da Casa Branca. Na prática, o Departamento de Estado confirma agora o que a CNN já revelara no início do mês: as invasões identificadas em outubro do ano passado foram mais sérias do que inicialmente admitidas.

O governo dos EUA sustenta que nenhuma informação sigilosa foi copiada e que os acessos não autorizados ficaram restritos a sistemas pelos quais circulam somente informações sem classificação de sigilo. No entanto, diz o NYT que “eles obtiveram acesso aos arquivos de email de pessoas que trabalham na Casa Branca e possivelmente de fora com quem Obama se comunica regularmente. Dessas contas, alcançaram e-mails que o presidente enviou e recebeu”.

A reportagem diz ainda que apesar dessas ressalvas, “autoridades admitiram que o sistema não classificado rotineiramente contém muita informação considerada altamente sensível: agendas, troca de e-mails com embaixadores e diplomatas, movimentação de pessoal, legislação e, inevitavelmente, algum debate sobre políticas”.

Em outubro de 2014, o governo dos EUA admitiu que uma rede do Departamento de Estado foi vítima de um ataque, mas as autoridades negaram que os hackers tivessem conseguido chegar a sistemas que armazenam ou processam informações confidenciais. Mais recentemente, quando a rede de TV CNN divulgou que comunicações de Obama tinha sido acessadas, o fato, agora também reconhecido, foi negado.

* Com informações do NY Times e da CNN

Fonte: convergenciadigital.com.br

Facebook declara ‘guerra’ ao Skype, com videochamada no Messenger

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O Facebook começou a liberar nesta segunda-feira, 27/04, o recurso de videochamada no Messenger. O serviço está disponível para usuários de 18 países, mas o Brasil não faz parte desse time inicial, mesmo sendo um dos países-chaves para a rede social.A empresa informou, no entanto, que a opção será ativada nas outras regiões e localidades ao “longo dos próximos meses”.

A vídeochamada pode ser realizada com apenas um toque e funciona basicamente como o concorrente “Skype”. Basta selecionar o amigo com quem deseja conversar e clicar no ícone em formato de uma câmera de vídeo, localizado no canto superior direito.

As chamadas podem ser feitas a partir de telefones celulares, independente do sistema operacional. O recurso está liberado para iOS e para Android. Não se sabe, no entanto, se o serviço será liberado também para a versão web do bate-papo.

São beneficiados usuários dos seguintes países: Bélgica, Canadá, Croácia, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Laos, Lituânia, México, Nigéria, Noruega, Omã, Polônia, Portugal, Reino Unido, Estados Unidos e Uruguai.Mais informações, clique aqui: https://newsroom.fb.com/news/2015/04/introducing-video-calling-in-messenger/

*Fonte: UOL tecnologia

Anatel prorroga consulta pública do Marco Civil da Internet

A Agência Nacional de Telecomunicaçôes decidiu prorrogar para o próximo dia 19 de maio a consulta pública nº 8/2015, que visa colher subsídios junto ao mercado para a definição da neutralidade de rede, prevista pelo Marco Civil da Internet.

A Anatel aceitou os pedidos de dilação de prazo para entrega de contribuições feitos pelo sindicato que representa as empresas de telefonia (SindiTelebrasil) e as empresas de tecnologia da Informação (Brasscom).

A decisão foi tomada pela Superintendência de Planejamento e Regulamentação, em conjunto com as Superintendências de Relações com os Consumidores e de Competição. Pelo novo prazo, as contribuições serão aceitas até às 24 horas do dia 19 de maio, em formulário eletrônico encaminhado ao Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública disponível neste Link .

Se as contribuições forem entregues por meio de carta, faz ou e-mail, o prazo se encerará mais cedo: às 18 horas do dia 19 de maio.

O prazo anterior para entrega das contribuições ao Marco Civil da Internet pela Anatel terminaria no próximo dia 4 de maio.

Fonte: convergenciadigital.uol.com.br
Autor: Luiz Queiroz

Tecnologia Cisco integra grupo de varejo no Brasil

Companhia Sulamericana de Distribuição (CSD) implanta redes cabeada, wireless e de telefonia da Cisco; soluções fim a fim e investimento a longo prazo foram os diferenciais.

A Cisco foi escolhida pela CSD, Companhia Sulamericana de Distribuição, para integrar sua infraestrutura de tecnologia e de telecomunicações. A CSD, um dos maiores grupos de varejo do Brasil, implantou redes cabeada, wireless e de telefonia da Cisco para acompanhar sua recente expansão pelo interior do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. O projeto da Cisco foi aprovado por ser o único do mercado a atender todos os requisitos – de Wi-Fi a telefonia – com soluções fim a fim e bom custo-benefício em médio e longo prazo.

Com um total de 45 lojas, sendo a maior parte concentrada no Paraná, a CSD detém as marcas de supermercados Cidade Canção e São Francisco e adquiriu recentemente 10 lojas da rede Amigão no Estado de São Paulo. Com a ampliação, seus três centros de distribuição anteriores foram consolidados em um novo complexo de 30 mil metros quadrados de área construída, o que demandou modernização da base de TI e de Telecom.

A estrutura conta com switches da linha Cisco Catalyst de 48 portas para a rede cabeada, mais de 40 Access Points 2602E para a rede Wi-Fi e controladoras wireless 5508. Para a telefonia, foram adquiridas mais de 100 unidades do Cisco Unified SIP Phone 3905, além da solução BE6000 (Business Edition 6000), que permite integrar vídeo, voz, troca de mensagens e conferência em um único servidor, atendendo até 1.5.

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