Internet das Coisas está acelerando a necessidade de 5G

A tecnologia móvel dá um salto a cada 10 anos“, afirmou Steve Mollenkoft, CEO da Qualcomm Incorporated, em seu discurso esta manhã no segundo dia do Mobile World Congress. Ele tem um ponto a década de 1990 viu a introdução de 2G, seguido de 3G na década de 2000, 4G não há muito tempo em torno de 2010 e agora nós estamos falando sobre a implantação 5G tão cedo quanto 2018. Dr. Chan-Gyu Hwang, CEO, KT corporation, animadamente anunciou que será a implantação de 5G a tempo para os Jogos Olímpicos de Inverno 2018 da Coreia do Sul.

Coreia do Sul o primeiro a implantar 5G
Deve-se perguntar por que há tanto barulho em torno de 5G, quando nos falta normas e mais importante quando estamos a ficar para trás na implantação de LTE Na verdade a Europa está arrastando atrás das economias avançadas da Ásia e dos EUA na sua implantação. Há, no entanto, todas as razões por que o Dr. Hwang deve ser tão animado e que é porque a Coreia do Sul tem sido muito bem sucedida na sua implantação de LTE e ele afirmou que “A Coréia é o país mais conectado mundos, a realização da cobertura LTE 100% em apenas dois anos com uma taxa de penetração de 63% .
Carros de “auto-dirigir” e a necessidade da baixa latência
Então, o que é a unidade de 5G? Na essência, ele é resolver os problemas que 4G não pode neste momento fazer o que Ken Hu, vice-presidente e CEO de giro, a Huawei bem resumiu quando ele afirmou que “4G não pode alcançar o número de conexões necessárias” e há o “problema de latência e velocidade “. É claro que a Internet das coisas e do novo mundo conectado está impulsionando a necessidade de uma nova tecnologia de mais rápido com menor latência. Na verdade, é o carro sem motorista, que está realmente empurrando o problema de latência. 4G tem uma latência de cerca de 50ms que não é bom o suficiente para os carros self-drive como eles exigem muito menos latência de cerca de 1 ms. Isto é especialmente importante para a condução urbana quando o carro sem motorista terá de comunicar e processo com uma infinidade de dispositivos e obstáculos, tais como semáforos, outros carros, pedestres et cetera.
5G vai apoiar a era dispositivos conectados
A importância da necessidade de 5G para apoiar o aumento da quantidade de dispositivos que se conectam à rede foram exemplificados quando Stephane Richard, CEO da Orange Estado que “5G vai apoiar a era dispositivos conectados“. Ele previu que até 2020 haveria entre 30-50 bilhões de dólares objetos conectados à internete que “5G é a chave para a Internet das Coisas mundo. 5G vai permitir que a onipresença da internet que irá ajudar a contribuir para tornar a tecnologia mais humana. A internet será capaz de perceber o mundo real melhor através de sondas e sensores e aplicações e serviços tornam-se mais relevante e consciente. Isto, no entanto, exigem a rede para suportar muitos mais dispositivos com 5G será projetado para fazer.
Comissão da UE totalmente por trás implantação 5G
Como sempre acontece com o novo desenvolvimento de tecnologias, há a questão da regulação, leilões de espectro e harmonizações e os investimentos necessários para desenvolver e implantar. Gunther Oettinger, Comissário, Economia e Sociedade Digital, Comissão Europeia, está totalmente por trás a avançar com 5G e na verdade quer que a Europa se torne um líder mundial na implantação. Oettinger realmente destacou a necessidade de que 5G foi tudo sobre inovação especialmente para o softwarization e virtualização da rede que permitirá a implantação de novos serviços adicionais mais rápido. Ele vê-lo jogar um grande papel na indústria da UE e 5G vai permitir que a UE se torne mais competitiva. A UE deu 700 milhões de euros para obter 5G instalado e funcionando. Oettinger fez no entanto perceber que ainda há muito trabalho a fazer a nível governamental e que a Europa precisa de adotar uma abordagem comum ao espectro e que ele precisa ser harmonizado em toda a Europa e já não pode ser fragmentado.

5G é definitivamente o dia de amanhã, mas nós precisamos pensar sobre isso hoje. Dispositivos e novos serviços estão constantemente a ser adicionados à rede e precisamos garantir que nós desenvolvemos uma tecnologia que é futuro provado e será implantado pelos operadores e não cometer o mesmo erro como com o que aconteceu com 3G. Stephane Richard deu um muito bom ponto decepcionante como ele fechou e disse que “Vamos aproveitar 4G LTE. 5G tem de ser lançada no momento perfeito para a revolução da Internet das coisas. Precisamos lembrar o atraso entre o lançamento do 3G e prestação de serviços -timing é crítica. “

UCS Mini – Cisco Unified Computing System

Os novos servidores Cisco UCS Mini são ideais para pequenas e médias empresas, escritórios remotos, filiais e pontos de venda. O UCS Mini unifica computação, redes, acesso ao armazenamento e recursos de gerenciamento em uma única plataforma.

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É a solução ideal para quem precisa de 1 a 15 servidores, mas deseja ter um desempenho de classe empresarial com todos os recursos à disposição.

Cisco UCS Mini oferece todo o potencial do Cisco Unified Computing System a um preço menor, ajudando empresas a:

– Reduzir gastos operacionais e de capital com consolidação e virtualização.
– Unificar em uma única plataforma os recursos de administração, informática, redes e acesso ao armazenamento.
– Reduzir os problemas e custos de manutenção com a atualização em um só clique.

 

Simplificando as operações de data center

 

A Application Centric Infrastructure vai acelerar a produtividade no novo laboratório global de pesquisa e desenvolvimento da NetApp

Teleconferencias

Quando a NetApp, empresa fornecedora de soluções de gerenciamento de dados e armazenamento, montou seu segundo Global Dynamic Lab (GDL 2.0) nas suas instalações de pesquisa e desenvolvimento de 14.000 m2 em Research Triangle Park, N.C., ela estava procurando uma solução que simplificasse as operações de data center. A Cisco Application Centric Infrastructure (ACI) fez exatamente isso.

Al Lawlis, diretor sênior de serviços de engenharia da NetApp, disse que a companhia avaliou várias soluções, mas sua estratégia foi expandir com base nos switches Cisco Nexus® 9300 e 9500 de próxima geração, que estão entre os principais componentes da ACI, uma solução que também oferece o Application Policy Infrastructure Controller.

O GDL 2.0 é uma instalação de 25 milhões de watts que conta com 2.300 racks de equipamento e com a solução Cisco® Unified Computing System (UCS) com processadores Intel® Xeon®, por isso era imperativo obter a solução certa para uma instalação desse porte.

A ACI atende perfeitamente às necessidades da equipe, diz Lawlis. “Nosso departamento de serviços de engenharia atua como provedor de serviços para equipes de engenharia da NetApp no mundo inteiro e pretendemos usar a ACI junto com o OpenStack para implementar a automação baseada em perfil para a nossa infraestrutura”, diz ele. A vantagem é que as equipes poderão selecionar recursos e serviços em um catálogo e depois clicar e implantar a infraestrutura como serviço em minutos ou horas, diz ele.

A equipe de serviços de engenharia da NetApp, uma das pioneiras na adoção da solução, vai obter melhorias na densidade do ritmo de transferência e no custo por porta, graças a atualizações de hardware possibilitadas pela ACI. O resultado: maior produtividade da infraestrutura.

A arquitetura acrescentou uma camada extra de recursos para a equipe de engenharia, que começou a implantar a solução na primavera de 2014. Os principais objetivos que a ACI contempla para a empresa são estabilidade para o ambiente de testes, análise avançada das operações, melhor autoatendimento e gerenciamento de redes convergentes.

O laboratório da NetApp foi criado como uma entidade que pode ser totalmente roteada, explica Lawlis.

“Com as permissões de serviço e o gerenciamento de políticas da ACI, vamos ter inteligência e visibilidade integrada do que está acontecendo na rede”, diz ele. “Quando temos problemas com aplicativos ou locatários, queremos saber as informações de tráfego exatas por locatário na malha.”

Lawlis também prevê a melhora da visibilidade e da telemetria dos serviços executados em seu data center.

A abordagem da ACI se alinha à visão da NetApp para tornar os data centers mais ágeis, seguros e flexíveis. “Um dos princípios básicos do sistema operacional de armazenamento da NetApp, o Clustered Data ONTAP, é que os dados não estão vinculados a nenhum controlador de armazenamento e ficam livres para circular sem interrupção do acesso a dados”, explica Lawlis. “Essa abordagem é bastante coerente com a agilidade de todo o conjunto da infraestrutura de aplicativos fornecida pela ACI”.

Mantendo o controle das operações
A ACI deve economizar bastante tempo para a equipe de Lawlis. Por exemplo, a arquitetura ajudará na recente iniciativa da NetApp de liberar a equipe de serviços adicionando ferramentas de autoatendimento do usuário. “A ACI, com sua interface harmoniosa e sua orquestração baseada em políticas, permitirá o desenvolvimento de muito mais recursos de autoatendimento”, diz ele.

Tudo será implantado mais rapidamente, “pois ela poupa minha principal equipe de serviços de enfrentar o difícil caminho trilhado por milhares de engenheiros de desenvolvimento e controle de qualidade espalhados pelo mundo inteiro”, observa Lawlis. “Esperamos que haja um aumento significativo na velocidade e na produtividade. As listas de controle de acesso (ACLs) e a política da ACI criarão o ambiente para mantermos o controle das operações.”

Lawlis espera que os principais serviços baseados em políticas de aplicativos tornem a triagem e a investigação forense realizadas pela equipe dele muito mais fáceis de entender e, ao mesmo tempo, agilizem consideravelmente o processo de gerenciamento de mudanças, porque tudo pode ser visto de forma lógica sob a perspectiva dos aplicativos.

Gerenciar os aplicativos, não a infraestrutura
“Por ir além do nível de infraestrutura direto para o nível do aplicativo, a ACI é a motivação perfeita para uma rede convergente”, afirma Lawlis. Ele acredita que gerenciar um data center como meio de proporcionar um ambiente para os aplicativos faz mais sentido do que gerenciar recursos de computação, rede, virtualização e armazenamento separadamente.

“As pessoas e as empresas precisam adotar o conceito de que o gerenciamento dos aplicativos deve ser realizado por equipes multidisciplinares e convergentes de engenheiros e administradores”, ele pondera. “Isso vai impor um desafio para muitas empresas que são organizadas em silos alinhados a vários tipos de infraestrutura, como armazenamento, virtualização, computação, rede e serviços de rede”, acrescenta.

Lawlis já consolidou sua equipe e aconselha os potenciais clientes de ACI a fazerem o mesmo. Enquanto os silos estiverem divididos, diz ele, “as empresas não vão conseguir crescer na proporção que a ACI permite”.

 

Qualcomm: Brasil precisa agir para construir cidades conectadas

O Brasil precisa trabalhar muito para gerar cidades conectadas, adverte o diretor da Qualcomm Brasil, Francisco Giacomini Soares. Segundo ele, hoje, há apenas 20 cidades conectadas no mundo. “Cidades digitais existem, mas elas estão distantes do que se planeja para uma gestão inteligente em prol do cidadão”, salienta.

Giacomini, que participou da 15ª Rio Wireless, realizada nos dias 06 e 07 de maio, no Rio de Janeiro, salientou que o olhar do país precisa mudar para as cidades conectadas. Ele salienta que o governo precisa adotar medidas que vão além das desonerações. Uma delas, diz, seria associar às compras públicas aos projetos voltados para Internet das coisas.

Mas não é apenas o Governo que precisa trabalhar mais. O setor privado também. Em especial, os fabricantes na discussão da interoperabilidade. “Precisamos sentar e encontrar um padrão”, diz. A Qualcomm, informa ainda, elegeu o Brasil como prioridade nos negócios de Internet das coisas.  Assista:

Governo começa novo projeto para conectar escolas públicas à internet

O governo começa a estruturar um novo projeto para garantir conexões à internet às escolas públicas do país, sete anos depois do acordo que resultou no Programa Banda Larga nas Escolas. Para isso, reuniu nesta segunda, 15/6, duas dezenas de diferentes ‘especialistas’ do governo, de empresas, institutos de pesquisa e interessados. Como foi um primeiro encontro, não houve, e nem seria possível, conclusões além de que a conectividade atual é ruim.

A iniciativa é da Secretaria de Assuntos Estratégicos e faz parte da missão de colocar de pé um programa que atenda ao lema do segundo mandato de Dilma Rousseff: Pátria Educadora. Mas se o primeiro passo da SAE arrepiou educadores, por propor soluções sem atentar para o acúmulo de debates e a existência de um Plano Nacional de Educação, o ministro Mangabeira Unger e sua equipe se mostraram bastante dispostos a conhecer o que existe de legado sobre a conectividade das instituições de ensino.

A parte mais conhecida desse legado é o Banda Larga nas Escolas, acerto costurado entre 2007 e 2008 e que resultou na troca de obrigações de universalização assumidas pelas concessionárias de telefonia. Ele prevê acesso à internet nas (então) quase 60 mil escolas públicas urbanas do país – hoje são mais de 65 mil. Mas a velocidade de conexão é baixa para o uso coletivo: até 2 Mbps. “Na época, 2 Mbps era razoável. Em 2015, está subdimensionado”, admitiu o diretor do Sinditelebrasil, o sindicato nacional das teles, Carlos Duprat.

Até por isso, a SAE descreve um programa que indique metas nacionais, notadamente de velocidades de conexão, ainda que elas respeitem variáveis de infraestrutura existente, prioridade e capacidade de execução local – inevitáveis em um país de contrastes como o Brasil. Mais relevante parece ser o governo tratar o acesso à internet como inerente à desejada ‘pátria educadora’. “A conectividade da rede pública, com velocidade significativa, é preliminar decisiva para que a gente avance com uso de novas tecnologias e acelere a realização dos demais eixos do projeto geral de qualificação do ensino básico”, resumiu o subsecretário de ações estratégicas da SAE, Daniel Vargas.

Mas ficou evidenciado o grande desconhecimento do governo federal sobre o que existe fora de sua seara. O secretário de Educação do Amazonas, Rossieli Soares da Silva, revelou, por exemplo, que todas as escolas de Manaus contam com redes de fibras ópticas. “No mapeamento apresentado pelas teles, duvido que tenha o que estados e municípios investiram. Nem é discutido”, lamentou. O caso do Amazonas não é único. O consultor da Fundação Lemann, Diogo Moyses, emendou: “Chama atenção nos estudos a duplicidade de esforços. Quase todos os estados têm algum tipo de investimento. Às vezes chega-se ao ponto de ter duas ‘caixinhas’ na mesma sala de aula.”

Tal desconhecimento não é de surpreender diante da revelação de que a fiscalização de seu próprio programa de conectividade escolar foi abandonada. “No Ministério da Educação, a equipe que fazia acompanhamento do Banda Larga nas Escolas foi totalmente descontinuada”, disse Cesar Rômulo, também do Sinditelebrasil. Assim, o que se tem hoje são apenas os dados que as próprias empresas fornecem – ainda que em diferentes casos as escolas prefiram buscar outros provedores.

Com ou sem fibra

Mas se há razoável consenso sobre o diagnóstico, a resposta dividiu os presentes em um ponto em especial: a necessidade, ou não, de que as escolas do país sejam contempladas com redes de fibras ópticas. Para a banda ‘telecom’ da mesa, não é o caso. “Achar que todas as escolas do Brasil precisam ter fibra é descabido. Se partirmos dessa premissa, fica difícil um projeto parar de pé. Algumas escolas têm dificuldade até de energia elétrica”, disparou o superintendente de Planeamento e Regulamentação da agência, José Alexandre Bicalho.

O contraponto, pela ala ‘educacional’ da reunião, veio do diretor-geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, RNP, Nelson Simões. “Estamos pensando em educação. Se dimensionar pela necessidade de hoje e quiser evoluir, pensar em cinco anos já errou. Querer adequar o uso ao possível sufoca o próprio uso. O que deve presidir a escolha é o planejamento em longo prazo da incorporação da tecnologia na educação, e aí vamos chegar a várias conclusões, inclusive onde é fibra no primeiro momento, onde chega depois.”

Mas para as teles, esse é um esforço “de dezenas de bilhões de reais para cima”, motivo de a banda de telecom voltar a falar do uso do FUST, o fundo de universalização das telecomunicações, e do esforço para a redução do ICMS sobre os serviços. Eis um ponto de pura retórica em um encontro sem convidados da área econômica do governo. E no campo do ICMS, os secretários de educação presentes frisaram que reduzi-lo tem impacto direto no Fundeb – o fundo da educação básica – retroalimentando o dilema do financiamento.

Não por menos, veio do ex-presidente da Etice, a empresa de TI do Ceará, Fernando Carvalho, a contribuição menos teórica nesse campo: repetir em nível federal o que aquele estado fez com seu ‘cinturão digital’ – uma rede de 2,3 mil km de fibras que atende mais de 50 cidades. A lógica adotada foi de que a demanda pública estaria atendida com uma parte da rede, com o resto sendo ‘monetizado’. “Dentro do cabo tem vários pares, 36 deles, e eu só preciso de um par. Há de se segmentar de forma a se pagar o custeio pelo aluguel desse cabo, concedendo para a iniciativa privada explorar”, defendeu.

No conjunto, essa primeira reunião da SAE foi uma provocação inicial e um pedido de sugestões e informações para um próximo debate em 15 dias. Ficou clara a necessidade de que sejam mapeadas experiências e infraestruturas existentes, seus alcances e limitações. Também faltam análises aprofundadas de como dimensionar escalas de atendimento – qual a taxa de transmissão mais adequada para determinado número de alunos, por exemplo – e como ampliar as velocidades com as redes atuais. E, não menos importante, qual regime de governança a ser adotado, visto que não houve entendimento se um programa desses deveria ser gerido pelo Ministério da Educação ou das Comunicações.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br

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