Certificação Mikrotik, quais são?

 

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Tão importante quando quanto a instalação de uma rede, são os testes de certificação que demonstram se a rede está ou não disponível para o uso. Essa certificação do cabeamento deve ser realizada antes da rede ser ativada, pois, após a aticação da rede, torna-se muito difícil localizar a causa de um eventual defeito que possa surgir. Além disso, existe o inconveniente de desativar toda a rede ou parte dela.

Primeiro, vamos aos tipos de certificação:

Outline of Mikrotik Training Programs

Mikrotik Certified Network Associate (MTCNA)

Mikrotik Certified Routing Engineer (MTCRE)

Mikrotik Certified Wireless Engineer (MTCWE)

Mikrotik Certified Traffic Control Engineer (MTCTCE)

Mikrotik Certified User Management Engineer (MTCUME)

Mikrotik Certified Inter-networking Engineer (MTCINE)

Multicast

BGP

MPLS

Aqui você pode ter informação de todos os locais que aplicam os exames e fazem treinamento (certificado) no mundo: http://www.mikrotik.com/training/

Teste: Exemplo do teste para Certificação MTCNA do Mikrotik.

Configuração Básica do SAMBA em Servidores Linux

Olá Pessoal.
O SAMBA é uma suíte de ferramentas instaladas em um servidor Linux que permite a integração de ambientes heterogêneos através da comunicação entre sistemas Linux e Windows, viabilizando serviços de diretórios no Linux (controlador de domínio), o controle de acesso dos usuários, compartilhamento de arquivos e de impressoras, etc. A integração é possível porque em ambos os sistemas a comunicação é baseada no protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System).

 

 

# Configuração do Servidor SAMBA

Assim como nos artigos anteriores, estou considerando que o servidor está instalado com a distribuição Debian GNU/Linux (ou seus derivados, como o Ubuntu). A primeira etapa consiste na instalação do pacote denominado samba para que o Linux possa ser posteriormente configurado como servidor de arquivos para clientes Windows e Linux. Essa tarefa é simples e rápida através do APT:

root@smb-server:/# apt-get install samba

Para exemplificar o processo de compartilhamento de diretórios no servidor com os demais clientes da rede, vamos criar os diretórios “/smb/publico” (acesso total público) e também “/smb/privado” (acesso restrito ao usuário shbbrito):

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/publico
root@smb-server:/# chmod 777 /smb/publico

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/privado
root@smb-server:/# chown shbbrito.shbbrito /smb/privado
root@smb-server:/# chmod 770 /smb/privado

O arquivo de configuração do SAMBA fica lozalicado em “/etc/samba/smb.conf”, sendo bem documentado e organizado em diferentes seções para facilitar sua configuração. O simples compartilhamento de diretórios (objeto deste artigo) é realizado através da inserção de novos diretórios entre colchetes na seção denominada “Share Definitions”, como pode ser observado no exemplo abaixo.

###— em /etc/samba/smb.conf

(…) Conteúdo Omitido

workgroup = SAMBA
interfaces 192.168.221.11/24 ethX
bind interfaces only = yes
server role = standalone server

######### Share Definitions

[smb-publico]
   comment = “Diretorio Publico”
   path = /smb/publico
   public = yes
   only guest = yes
   writable = yes
   printable = no

[smb-privado]
   comment = “Diretorio Privado (shbbrito)”
   path = /smb/privado
   public = no
   only guest = no
   valid users = shbbrito
   valid users = @shbbrito
   writable = yes
   printable= no

Obs.: Caso não haja integração do SAMBA com nenhum serviço de diretórios para fins de autenticação dos usuários, como é o caso deste exemplo em que o servidor é standalone, é necessário: (1) criar o arquivo de usuários reconhecidos pelo serviço, (2) limitar seu acesso para somente leitura e (3) adicionar os usuários que também devem existir previamente no servidor Linux.

root@smb-server:/# touch /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# chmod 644 /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# sbmpasswd -a nome_do_usuario
Password: *****
Re-Type Password: *****

Depois de realizadas as configurações, basta (re)iniciar o serviço SAMBA:

root@smb-server:/# service smb restart

# Configuração do Cliente Windows

Na realidade não há nenhum segredo a ser detalhado nessa seção. O acesso aos compartilhamentos do servidor SAMBA através de estações clientes que estejam executando alguma versão do Windows pode ser feito através da execução (atalho Windows+R) do endereço ou nome do servidor (\\192.168.221.11). Também é possível fazer o acesso direto a um diretório específico (\\192.168.221.11\smb-publico\) e mapear unidades de rede para facilitar o acesso do usuário.

# Configuração do Cliente Linux

De forma muito similar aos clientes Windows, em clientes Linux que tenham um ambiente gráfico é possível localizar os compartilhamentos através da simples navegação na rede ou mesmo através da navegação manual ao servidor, por ex.: smb://192.168.221.11. Na ocasião do acesso através de clientes que não tenham uma interface gráfica, o acesso pode ser realizado através da ferramenta smbclient.

01. apt-get install smbclient
02. smbclient -L 192.168.221.11
03. smbclient //192.168.221.11/smb-publico -U nome_usuario

Na linha 01 estamos instalando o cliente SAMBA (smbclient), caso não haja nenhum instalado na máquina. O comando da linha 02 (parâmetro -L) pode ser utilizado para visualizar os compartilhamentos disponibilizados pelo servidor que responde por um determinado nome ou IP. O acesso ao diretório propriamente dito é realizado na linha 03, sendo que na sequência o usuário será direcionado para um prompt SMB similar ao prompt do FTP. No prompt SMB o comando get é utilizado para baixar um arquivo remoto na máquina local, enquanto que o comando put é utilizado para subir um arquivo local no servidor remoto. Para obter mais detalhes dos outros comandos e da ferramenta smbclient, recomendo a leitura do seu manual através do comando “man smbclient”.

Uma alternativa à manipualação dos arquivos compartilhados através do smbclient é montar localmente na máquina cliente o diretório remoto compartilhado pelo servidor. Esse procedimento pode ser realizado através do seguinte comando:

mount -t cifs //192.168.221.11/smb-publico /home/shbbrito/smb-publico -o username=shbbrito

Façam seus testes…

Samuel.
Fonte:

Olá Pessoal.
O SAMBA é uma suíte de ferramentas instaladas em um servidor Linux que permite a integração de ambientes heterogêneos através da comunicação entre sistemas Linux e Windows, viabilizando serviços de diretórios no Linux (controlador de domínio), o controle de acesso dos usuários, compartilhamento de arquivos e de impressoras, etc. A integração é possível porque em ambos os sistemas a comunicação é baseada no protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System).
# Configuração do Servidor SAMBA

Assim como nos artigos anteriores, estou considerando que o servidor está instalado com a distribuição Debian GNU/Linux (ou seus derivados, como o Ubuntu). A primeira etapa consiste na instalação do pacote denominado samba para que o Linux possa ser posteriormente configurado como servidor de arquivos para clientes Windows e Linux. Essa tarefa é simples e rápida através do APT:

root@smb-server:/# apt-get install samba

Para exemplificar o processo de compartilhamento de diretórios no servidor com os demais clientes da rede, vamos criar os diretórios “/smb/publico” (acesso total público) e também “/smb/privado” (acesso restrito ao usuário shbbrito):

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/publico
root@smb-server:/# chmod 777 /smb/publico

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/privado
root@smb-server:/# chown shbbrito.shbbrito /smb/privado
root@smb-server:/# chmod 770 /smb/privado

O arquivo de configuração do SAMBA fica lozalicado em “/etc/samba/smb.conf”, sendo bem documentado e organizado em diferentes seções para facilitar sua configuração. O simples compartilhamento de diretórios (objeto deste artigo) é realizado através da inserção de novos diretórios entre colchetes na seção denominada “Share Definitions”, como pode ser observado no exemplo abaixo.

###— em /etc/samba/smb.conf

(…) Conteúdo Omitido

workgroup = SAMBA
interfaces 192.168.221.11/24 ethX
bind interfaces only = yes
server role = standalone server

######### Share Definitions

[smb-publico]
   comment = “Diretorio Publico”
   path = /smb/publico
   public = yes
   only guest = yes
   writable = yes
   printable = no

[smb-privado]
   comment = “Diretorio Privado (shbbrito)”
   path = /smb/privado
   public = no
   only guest = no
   valid users = shbbrito
   valid users = @shbbrito
   writable = yes
   printable= no

Obs.: Caso não haja integração do SAMBA com nenhum serviço de diretórios para fins de autenticação dos usuários, como é o caso deste exemplo em que o servidor é standalone, é necessário: (1) criar o arquivo de usuários reconhecidos pelo serviço, (2) limitar seu acesso para somente leitura e (3) adicionar os usuários que também devem existir previamente no servidor Linux.

root@smb-server:/# touch /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# chmod 644 /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# sbmpasswd -a nome_do_usuario
Password: *****
Re-Type Password: *****

Depois de realizadas as configurações, basta (re)iniciar o serviço SAMBA:

root@smb-server:/# service smb restart

# Configuração do Cliente Windows

Na realidade não há nenhum segredo a ser detalhado nessa seção. O acesso aos compartilhamentos do servidor SAMBA através de estações clientes que estejam executando alguma versão do Windows pode ser feito através da execução (atalho Windows+R) do endereço ou nome do servidor (\\192.168.221.11). Também é possível fazer o acesso direto a um diretório específico (\\192.168.221.11\smb-publico\) e mapear unidades de rede para facilitar o acesso do usuário.

# Configuração do Cliente Linux

De forma muito similar aos clientes Windows, em clientes Linux que tenham um ambiente gráfico é possível localizar os compartilhamentos através da simples navegação na rede ou mesmo através da navegação manual ao servidor, por ex.: smb://192.168.221.11. Na ocasião do acesso através de clientes que não tenham uma interface gráfica, o acesso pode ser realizado através da ferramenta smbclient.

01. apt-get install smbclient
02. smbclient -L 192.168.221.11
03. smbclient //192.168.221.11/smb-publico -U nome_usuario

Na linha 01 estamos instalando o cliente SAMBA (smbclient), caso não haja nenhum instalado na máquina. O comando da linha 02 (parâmetro -L) pode ser utilizado para visualizar os compartilhamentos disponibilizados pelo servidor que responde por um determinado nome ou IP. O acesso ao diretório propriamente dito é realizado na linha 03, sendo que na sequência o usuário será direcionado para um prompt SMB similar ao prompt do FTP. No prompt SMB o comando get é utilizado para baixar um arquivo remoto na máquina local, enquanto que o comando put é utilizado para subir um arquivo local no servidor remoto. Para obter mais detalhes dos outros comandos e da ferramenta smbclient, recomendo a leitura do seu manual através do comando “man smbclient”.

Uma alternativa à manipualação dos arquivos compartilhados através do smbclient é montar localmente na máquina cliente o diretório remoto compartilhado pelo servidor. Esse procedimento pode ser realizado através do seguinte comando:

mount -t cifs //192.168.221.11/smb-publico /home/shbbrito/smb-publico -o username=shbbrito

Façam seus testes…

Samuel.
Fonte:

Olá Pessoal.
O SAMBA é uma suíte de ferramentas instaladas em um servidor Linux que permite a integração de ambientes heterogêneos através da comunicação entre sistemas Linux e Windows, viabilizando serviços de diretórios no Linux (controlador de domínio), o controle de acesso dos usuários, compartilhamento de arquivos e de impressoras, etc. A integração é possível porque em ambos os sistemas a comunicação é baseada no protocolo SMB/CIFS (Server Message Block / Common Internet File System).
# Configuração do Servidor SAMBA

Assim como nos artigos anteriores, estou considerando que o servidor está instalado com a distribuição Debian GNU/Linux (ou seus derivados, como o Ubuntu). A primeira etapa consiste na instalação do pacote denominado samba para que o Linux possa ser posteriormente configurado como servidor de arquivos para clientes Windows e Linux. Essa tarefa é simples e rápida através do APT:

root@smb-server:/# apt-get install samba

Para exemplificar o processo de compartilhamento de diretórios no servidor com os demais clientes da rede, vamos criar os diretórios “/smb/publico” (acesso total público) e também “/smb/privado” (acesso restrito ao usuário shbbrito):

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/publico
root@smb-server:/# chmod 777 /smb/publico

root@smb-server:/# mkdir -p /smb/privado
root@smb-server:/# chown shbbrito.shbbrito /smb/privado
root@smb-server:/# chmod 770 /smb/privado

O arquivo de configuração do SAMBA fica lozalicado em “/etc/samba/smb.conf”, sendo bem documentado e organizado em diferentes seções para facilitar sua configuração. O simples compartilhamento de diretórios (objeto deste artigo) é realizado através da inserção de novos diretórios entre colchetes na seção denominada “Share Definitions”, como pode ser observado no exemplo abaixo.

###— em /etc/samba/smb.conf

(…) Conteúdo Omitido

workgroup = SAMBA
interfaces 192.168.221.11/24 ethX
bind interfaces only = yes
server role = standalone server

######### Share Definitions

[smb-publico]
   comment = “Diretorio Publico”
   path = /smb/publico
   public = yes
   only guest = yes
   writable = yes
   printable = no

[smb-privado]
   comment = “Diretorio Privado (shbbrito)”
   path = /smb/privado
   public = no
   only guest = no
   valid users = shbbrito
   valid users = @shbbrito
   writable = yes
   printable= no

Obs.: Caso não haja integração do SAMBA com nenhum serviço de diretórios para fins de autenticação dos usuários, como é o caso deste exemplo em que o servidor é standalone, é necessário: (1) criar o arquivo de usuários reconhecidos pelo serviço, (2) limitar seu acesso para somente leitura e (3) adicionar os usuários que também devem existir previamente no servidor Linux.

root@smb-server:/# touch /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# chmod 644 /etc/samba/smbpasswd
root@smb-server:/# sbmpasswd -a nome_do_usuario
Password: *****
Re-Type Password: *****

Depois de realizadas as configurações, basta (re)iniciar o serviço SAMBA:

root@smb-server:/# service smb restart

# Configuração do Cliente Windows

Na realidade não há nenhum segredo a ser detalhado nessa seção. O acesso aos compartilhamentos do servidor SAMBA através de estações clientes que estejam executando alguma versão do Windows pode ser feito através da execução (atalho Windows+R) do endereço ou nome do servidor (\\192.168.221.11). Também é possível fazer o acesso direto a um diretório específico (\\192.168.221.11\smb-publico\) e mapear unidades de rede para facilitar o acesso do usuário.

# Configuração do Cliente Linux

De forma muito similar aos clientes Windows, em clientes Linux que tenham um ambiente gráfico é possível localizar os compartilhamentos através da simples navegação na rede ou mesmo através da navegação manual ao servidor, por ex.: smb://192.168.221.11. Na ocasião do acesso através de clientes que não tenham uma interface gráfica, o acesso pode ser realizado através da ferramenta smbclient.

01. apt-get install smbclient
02. smbclient -L 192.168.221.11
03. smbclient //192.168.221.11/smb-publico -U nome_usuario

Na linha 01 estamos instalando o cliente SAMBA (smbclient), caso não haja nenhum instalado na máquina. O comando da linha 02 (parâmetro -L) pode ser utilizado para visualizar os compartilhamentos disponibilizados pelo servidor que responde por um determinado nome ou IP. O acesso ao diretório propriamente dito é realizado na linha 03, sendo que na sequência o usuário será direcionado para um prompt SMB similar ao prompt do FTP. No prompt SMB o comando get é utilizado para baixar um arquivo remoto na máquina local, enquanto que o comando put é utilizado para subir um arquivo local no servidor remoto. Para obter mais detalhes dos outros comandos e da ferramenta smbclient, recomendo a leitura do seu manual através do comando “man smbclient”.

Uma alternativa à manipualação dos arquivos compartilhados através do smbclient é montar localmente na máquina cliente o diretório remoto compartilhado pelo servidor. Esse procedimento pode ser realizado através do seguinte comando:

mount -t cifs //192.168.221.11/smb-publico /home/shbbrito/smb-publico -o username=shbbrito

Façam seus testes…

Samuel.
Fonte:  labcisco.blogspot.com.br

Novo navegador da Microsoft é ágil e permite comentário; segurança é dúvida

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O recém-lançado Windows 10 se destaca não apenas pelo enterro do Internet Explorer, mas principalmente pela estreia do Microsoft Edge. O novo navegador é bastante ágil e também se diferencia pelas funcionalidades. Mas, no quesito segurança, ainda é muito cedo para saber se o substituto do IE não vai repetir os mesmos erros do seu irmão mais novo.

Nos testes realizados pelo UOL Tecnologia, o Edge acessou as páginas de maneira imediata, mesmo com várias abas abertas –algumas inclusive com vídeos rodando. Claro que essa agilidade foi beneficiada pela capacidade do computador em que estava instalado, bem como pela qualidade da rede conectada. Mas de qualquer forma o seu desempenho foi considerado bem melhor do que o de seu antecessor e bastante competitivo em relação ao seu principal concorrente o Google Chrome.

Agilidade que pode ser beneficiada pela “expulsão” dos plug-ins, que também garante a segurança dos internautas. Outro recurso –esse mais inovador– que também pode agilizar a navegação é o modo leitura. Com essa opção, que pode ser ativada a partir de um menu no formato de um livro disponível no canto superior direito do navegador, todos os conteúdos adicionais –como propagandas– ficam ocultos. Funciona como o famoso “modo impressão”, que preserva apenas as informações principais de uma página.

O modo edição também chama bastante atenção. Ao selecionar a função, disponível no canto superior direito do navegador, são habilitados cinco recursos: lápis, que permite que seja desenhado ou escrito qualquer observação na página; marca texto, para destacar determinados informações; borracha, para apagar anotações equivocadas; caixa de textos, que permite anotações específicas; e a tesoura, que viabiliza o corte de determinados trechos. Todas as intervenções podem ser salvas no computador ou compartilhadas pelo e-mail ou pelas redes sociais.

A interação do navegador com a assistente de voz Cortana é outro diferencial. A interação pode ser feita de diversas maneiras, seja ativamente –ao selecionar o ícone correspondente [canto superior direito] para fazer qualquer pergunta– ou passivamente –quando a assiste apresenta conteúdos complementares ao você entrar em um determinado site ou mesmo ao fazer qualquer busca no navegador. É possível ainda usá-la quando não souber o significado de determinados informações lidas em uma página. Para isso, basta selecionar a palavra, clicar com o botão direito e pedir a ajuda da Cortana.

Pena que o recurso ainda não esteja disponível em português. A expectativa, segundo a Microsoft, é que o serviço seja habilitado no país até o final deste ano. Mas, até que não chegue, é possível utilizá-lo com a troca do idioma do computador para o inglês, como adiantou a empresa.

De uma maneira geral, o Edge se mostrou bastante eficiente, resta aguardar alguns dias para saber se essa eficiência se aplicará à segurança com o surgimento ou não dos seus primeiros bugs. Até agora, no entanto, seu principal defeito é ele não estar disponível para versões diferentes do Windows 10. Nos smartphones, segundo a Microsoft, ele também só estará disponível no Windows Phone –isso quando o sistema operacional for lançado para a versão mobile. Ou seja, só lá para setembro de 2015 (ou mais).

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/

Internet das Coisas. Que coisa!!

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A Tecnologia da Informação é movida pela inovação. A TI é, provavelmente, a área do conhecimento humano mais inovadora de todas. Nos últimos 35 anos nós oferecemos ao mundo o computador pessoal, a rede local, milhares de softwares, aplicativos e muitas outras tecnologias que facilitaram em muito a vida das pessoas e empresas. Em parceria com as Telecomunicações, fomos bem mais longe: mudamos profundamente o mundo! O telefone celular – e o seu neto smartphone – e a Internet são exemplos disso.
 
Entre 1995 e 2003 a produtividade média do trabalhador da americano do norte dobrou! A Internet foi a grande responsável. O mesmo fenômeno deve ter se passado na maioria dos países. Daí em diante essa produtividade tem aumentado em taxas bem mais modestas. Nos últimos 3 anos foi de míseros 0,6% ao ano. 
 
Os analistas preveem que nos próximos 10 anos haverá uma nova explosão da produtividade em todo o mundo graças a três letrinhas: IoT. São as iniciais de “Internet das Coisas” em inglês. 
 
O que é isso? Existem várias definições. Aí vai a minha: trata-se da interconexão de dispositivos que já são inteligentes, mas não se falam. Tudo isso sob uma camada de softwares de inteligência (Big Data, Analytics e Inteligência de Negócios – BI). 
 

As cifras que envolvem esse conceito são impressionantes. O IDC fala em movimentação em 2020 de US$2 trilhões/ano (com “t” mesmo!) em consequência da adoção dessas tecnologias. A Cisco fala em US$20T acumulados até 2020 com a interconexão de 50 bilhões de dispositivos.

 
Ficção? Negativo. Já existem muitas aplicações hoje funcionando: cinco mil ônibus conectados em cidades brasileiras, sistemas de vigilância inteligentes em Bogotá e Cidade do México, controle de vazamento de gás e água em Vancouver, Barcelona conectada, carros que detectam buracos na pista e enviam a informação para as prefeituras na Inglaterra, e muitas outras.
 
Fala-se também em Internet de Tudo (IoE das inicias em inglês), conectando coisas a pessoas, processos e dados. E, podem acreditar, isso não vai parar por aí…
 
Leia sobre o assunto. Procure seus parceiros de negócio. Existe um montão de oportunidades surgindo para você e sua empresa. 
 
Que coisa, hein?
 
 
 
Sergio Basilio é Diretor de Estratégia e Soluções para a América Latina e responsável pela estratégia global de IoT do Westcon Group
Fonte: http://itforum365.com.br

Mudanças Constantes Fazem Certificações Cisco Ficarem de Pernas Para o Ar

Nos últimos meses foram criadas tantas novas carreiras que fica até dificil visualizar as diferenças entre elas.

ciscoLOGo

CCNA Cloud, CCNA Industrial, CCNA Colaboration, … as novidades parecem não ter fim!

Parece que a tendência é que a linha Colaboration tome o lugar das carreiras de Voz e Video, mas há coisas que parecem não ter lógica, por exemplo, a linha industrial não estaria mais para uma Especialização ? Haverá conteudo para futuros CCNA e CCNP Idustrial ?

Qual a diferença entre Certified Technician e Specialist ? Parecem atender o mesmo fim.

E por que toda uma carreira de Cloud e uma outra de Datacenter em paralelo ?

Quando eu penso em tirar todos os CCNAs, eles se multiplicam como coelhos! rs rs rs

Fonte: http://netfindersbrasil.blogspot.com/2015/07/mudancas-constantes-deixam-carreiras.html#ixzz3hBqbAExm

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